Diário Fitnes#1 Porque decidi eliminar peso

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Como dizia um amigo, peso não se perde, se elimina, porque tudo o que se perde, acha. Pois é. Pode até fazer sentido. Durante toda minha vida, eu já perdi e ganhei peso.  E também, já fui magra e gorda, nunca deu pra entender direito. Porém, ultimamente ando lendo muitas discussões sobre amar a si mesma, autoconfiança, baixa/alta estima, saúde, perca de peso, vida ftines e etc. As pessoas estão falando tanto sobre disso, que até eu parei pra pensar.

Eu espero que toda esta onda Fitnes não ultrapasse os limites. Não que isso seja de fato algo ruim, é uma coisa muito boa falar sobre isso, sobre saúde, ser bonita e se sentir amada e se amar. Porém, isso mexe com a cabeça das pessoas, que de certa forma, a teoria é só uma, mas a psicologia das pessoas são totalmente diferentes.

Eu até havia aceitado meu corpo. Eu aceito meu corpo, para falar a verdade. No entanto, me incomoda. Não dá pra dizer: EU AMO MEU CORPO, NÃO LIGO PARA O QUE PENSAM, EU SOU MUITO CONFIANTE. Esta é a mensagem que escuto pelas redes sociais. Não acho que é verdade. Eu posso me amar, ser auto confiante, ser feliz com meu corpo, porém não fechar os olhos pro espelho e pensar: SIM, SOU PERFEITA.

Meus braços me incomodam, e não encontro roupas. Acho feio? Não. Mas me incomoda. Preciso correr para pegar um ônibus, preciso treinar meus cavalos, preciso me vestir melhor, quero fazer boa pose em uma foto.. não é sempre que dá. Para falar a verdade, quase nunca dá. Era bom. Eu me sentia satisfeita e feliz. No entanto, eu estava omitindo umas coisas. Eu omitia a realidade, e é sobre isso que vou falar agora.

A realidade, é que nunca irei poder vestir as roupas que eu quero. Adoro vestidos, mas não gosto de mostrar minhas pernas grossas. Adoro meu rosto, mas a papinha do pescoço deixa as fotos estranhas, gosto de uma roupa na loja, e não tem meu numero. Sei que um dia poderei ficar doente, sinto que ao correr, meu corpo é fraco e menos propicio a vencer em uma guerra. Estas são realidades, e mesmo que você não se importe com elas, elas existem. È como ignorar a chuva, mas de qualquer forma ela vai te molhar.

Foi por isso que eu comecei meu diário Fitnes. Eu odeio esse titulo, mas ele faz eu me sentir bem. Mesmo que eu tenha escrito um monte de asneira aí em cima, acho que agora posso dizer sobre minha trajetória. Já faz uma semana que estou nesta “vibe”. Para começar, estou fazendo Jump, em casa, e isto está me fazendo muito bem. Eu escolhi o jump porque não é chato. E as horas passam rápido. Toca musicas que eu gosto e que me dão adrenalina. Isso me fortalece e não me deixa desistir.

Esperem pelos próximos capítulos.

Tchau!

O que os livros, podem significar na sua vida?

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Mesmo que uma história não transforme sua vida, te faça refletir sobre as coisas mais banais da vida, ou te faça valorizar coisas que na qual, nunca havia percebido antes, ela pode ter feito sentido para alguém, mas ainda assim, você se lembra dela. Eu nunca consegui dizer que um livro, físico ou da internet, não me tornou uma pessoa melhor. As vezes, a história não é tão envolvente como Jogos Vorazes ou A Culpa é das estrelas. È só uma história. Assim, não tão parecida com a vida, mas por pouco muito próxima dela.

Eu gosto de pensar que vidas, podem virar histórias. Não seria algo surpreendentemente fascinante. Não é aquela que vai te fazer rir, ficar com medo ou com a adrenalina lá em cima. Vai te fazer refletir, ou sorrir, as vezes, quando perceber que aquilo parece muito com o que você vive. Você não vai estar na Europa ou EUA como muitos personagens. Mas vai estar com eles, quando eles fizerem coisas, que você imaginava ser a única que fazia.

È importante dizer que uma história, não precisa ser só, para te fazer esquecer da sua vida. Pode ser, para te fazer lembrar dela também. Não gosto de pensar que livros, são só aventuras. Como ir tomar um sorvete ou andar á cavalo. Não pode ser só te fazer bem, ou fazer te dar um alivio ou alegria imediata. Um livro de tá um alivio e uma alegria permanente. Não foi tão bom, mas também não consigo esquece-lo. Deve ter alertado algo em mim.

O que pode ser um livro para você? Te faz esquecer, ou te faz lembrar? Muitas vezes me faz esquecer, como á serie Hush, Hush, por exemplo. Outras, me fez refletir, ao ponto de nunca esquece-los, e ao extremo, vende-los ou troca-los. Há livros que mexeram com minha consciência de tal maneira, que até hoje, ao ler outro livro com os nomes dos mesmos personagens, eu me lembro. Me lembro dos lugares, e do ponto chave, o motivo por terem feito tanto estrago.

Não posso chamar de estrago. È claro que não. Posso chamar de tortura, talvez. Mas foi bom, foi bom saber que existem livros que podem te transformar. Podem fazer o que quiserem. O livro tem poder. 

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A insuficiente jornada
RESENHA: Muito mais que 5inco minutos de Kéfera Buchmann

 

Resumo mensal de setembro/2016

Olá!

Com certeza, este mês será um daqueles que no fim do ano, especificamente na virada de 2016/2017, vou refletir sobre grandes mudanças na minha vida, e como eu fui, suficientemente corajosa para encara-los de frente. Primeiro, vamos fechar nossa horta na cidade. Bem, os motivos são vários, no entanto, esta ideia surgiu este mês e já foi concretizada nesta semana. As preocupações vieram a tona: dinheiro, pagar as contas, pagar o carro, pessoas perguntando o que vamos fazer, e o pior, o desemprego. A procura desesperada por um trabalho significa um trabalho diário para procura-lo. Pesquisas na internet, SINE, ligações e entrevista. O Brasil em crise, emprego tá difícil, mas eu ainda estou aqui, acreditando que tudo vai dar certo.

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Além disso, os meus estudos para o vestibular de dezembro neste mês, caíram bastante. Não sei dizer o motivo. Talvez porque eu ainda esteja desapontada com minha reprovação do vestibular anterior, ou talvez porque eu realmente esteja muito preocupada com o trabalho. Só sei que quero voltar com tudo. Principalmente agora, neste mês de outubro, que com ele e  mais o de novembro, restam apenas dois meses para eu me adiantar, e garantir minha vaga para 2017.

Porém, eu fiquei muito feliz em saber que mudanças acontecem. Sabe, pode ser para pior, coisas difíceis acontecerão. Talvez o cartão de credito possa ficar um tempo atrasado, meus pais e outras pessoas podem ficar um pouco preocupados. Mas não importa. Porque eu não estou parada. Estou correndo atrás, á procura de emprego. Sei que quem procura, acha. Eu vou achar o que é meu, por isso, tenho a total certeza que no fim, dará tudo certo.

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Um das coisas que ando me preocupando nesta semana, é o meu peso. Eu adoro andar a cavalo, ainda mais agora que encontrei companhia para isso, porém, o meu peso não está ajudando. Eu nunca me incomodei com ele, eu gosto do meu corpo assim, meio “cheinho” e com curvas salientes {risos}, porém, o meu amor pelos cavalos necessita de um corpo ágil, leve para montar, correr e dentre outras coisas. E infelizmente, o meu não está ajudando. Por isso, algo está me incomodando. Agora me olho no espelho, e vejo que isso não me faz bem. Por isso, preocupações como esta, também, me atormentaram neste mês.

Em contra partida, coisas boas aconteceram também, muitas? Talvez não. Mas o suficiente. Como por exemplo, que minhas éguas estão prenhas. Todas. E isto me deixou muito feliz, e ansiosa pelo nascimento. Também minha avó e meus tios virão para o fim de ano aqui em casa. O que me deixa mais ansiosa ainda, porque eu quero muito que eles vêem, estou com muitas saudades.

Li: Eu li neste mês o livro Muito mais que 5inco minutos da Kéfera Buchmann(Des)encontros de Isabela Massadar, Contos Novos do Mario de Andrade {para o vestibular, para variar, mas que eu gostei muito} e por último, terminado recentemente Eu e outras poesias do Augusto dos Anjos. Eu não fiz resenhas para vocês destes dois últimos aqui no blog ainda, mas pretendo fazer em breve. Sendo livros para vestibular, eu tenho um pouco de dificuldade para resenha-los, porque são livros difíceis de compreensão, e por trás remete estudo. Mas faço o meu possível.

Curtindo: A minha companhia para cavalgadas. Eu encontrei uma vizinha, aqui perto de onde eu moro, que também tem um cavalo, e que agora, todos os sábados á tarde, fazemos nossa cavalgada, ou um simples passeio a cavalo, como preferir. È muito legal, porque conhecemos lugares novos, conversamos bastantes, e fazemos grandes trapalhadas também. Como tentar atravessar o rio, na qual nem sempre os cavalos querem ir. Foi engraçado.

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Assistindo: Ainda terminando de assistir a série Heartland, que por incrível que pareça {mesmo que não muito fã de assistir filmes} estou incrivelmente apaixonada pela está serie. Tem os personagens, Amy, Ty Calleb, que agora todas as noites após o jantar, não consigo ficar sem assistir um capitulo, ao menos. Mas ao mesmo tempo ansiosa para que acabe logo {falta duas temporadas, eu acho} porque isto rouba grande parte do meu tempo para estudar. Trarei resenha para vocês depois de tudo assistido.

Feliz por: Estar criando expectativas reais na minha vida. Nunca eu estive tão convicta e certa do que eu realmente quero. Já faz um tempo que venho trabalhando isso em mim, e estou indo muito bem. A faculdade de Psicologia {porque mesmo sendo difícil de entrar, quero continuar tentando, estudando e me esforçando para isso}, os cavalos {mesmo que um pouco sofrido, como tentar montar em cavalos agitados, cuidar deles, treinar alguns, eu sinto incrivelmente apaixonada por isso} trabalho de meio período {agora sem trabalho, estou em procura de um emprego de meio período, para que eu continue estudando}. Nunca estive tão certa das minhas decisões. Percebi que estou me tornando uma pessoas mais decisiva, diferente do que eu era antes, confusa e inquieta, na qual eu não conseguia levar as coisas adiantes e queria deixar sempre as coisas para trás. Agora não, agora eu quero continuar.

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Tudo mudou/2016

Tudo mudou. Para melhor? Acho que sim. Só sei que foi uma grande reviravolta. Começando pelos estudos. Absurdamente uma grande reviravolta! Voltar á estudar pra mim foi muito bom. Renasci. Me senti viva novamente. Acho que era isso, era isso que faltava. Me sentir útil para mim mesma, fazer algo que eu sentisse que ao longo do tempo eu fosse evoluindo. Fosse crescendo. E estou sentindo na pele isso agora, me amo mais, me sinto bem melhor.

Será então que eu posso dizer que depois que me casei, depois que me envolvi na vida adulta, que depois que senti na pele o que é realmente viver, sem sofrimentos, sem me entregar tanto aos problemas e pensar mais em mim, foi ao menos o melhor ano após a adolescência? Sim. Acredito que sim. Tem o que melhorar? Tem, mas assim tá bom demais. Ainda estamos no meio do ano e estou feliz por ter realizado já algumas coisas dos meus sonhos e desejos que havia planejado. Tanto pessoais, quanto em relações profissionais.

Pessoais nem se fala. Progredi realmente. Decidi dar aquele BASTA real na minha vida, nas características minhas que eu já sabia que deveria mudar. Mas no entanto era muito difícil. Não tinha um animo, um UP que me dissesse de vez como agir, como resolver os problemas da minha cabecinha. Como por exemplo, o meu problema em me preocupar demais com coisas que não precisam de tanta preocupação. Entendi que se preocupar demais, não resolve os problemas, na verdade, piora, eu não conseguia raciocinar direito e isto atrapalhava tudo.

Este e como tantas outras realizações na minha vida até agora, estão sendo muito essenciais para meu crescimento como ser humano. Estudando, o fato de eu não ainda ter desistido, nem ao menos ter pensado nisso. Isso é extraordinariamente bom.

Como eu pensava {e também tenho certeza que quem passa por problemas sentimentais também pensa} que nunca tem solução. São coisas incompreensíveis, que de tanto procurar explicações nunca aparecem. A tacada certa é esta, encontrar a forma certa de resolver isso, de acordo com o que você precisa e sente.

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Além do mais, ainda ficou coisas pendentes neste ano. Assuntos como veiculo, dinheiro. Mas que ainda bem que eu tenho consciencia que nada adianta. Acho que este é um problema de todos, e que na verdade so se resolve aos poucos e com muito esforço.

Eu espero que você, querido leitor, também tenha realizado um pouco das tuas “promeças” de virada de ano. Que no entanto nunca devem ser esquecidas, sempre lembradas com muito amor, carinho e determinação. Se não ainda, não esqueça de checar a listinha, pois eu garato para você que vale muito á pena.

Um beijo.!

 

Lendo “A interpretação dos sonhos” de Sigmund Freud/parte 1

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Sinopse, onde comprar, clique aqui

Querido leitor, seja bem vindo a mais um novo livro, de uma abordagem diferente desta vez, de um livro de que muitas pessoas não estão acostumadas a ler, mas que eu vou explicar direitinho o porque de eu estar lendo este livro. Primeiro que, de imediato parece que é um livro científico e acadêmico. Não. Este livro pode ser lido por qualquer um, alias é um assunto que causa curiosidade ás pessoas. Sonhos, a interpretação dos sonhos, como, porque? Se trata de uma analise dos sonhos, ou pelo menos, “tentativas, “estudos”, “hipóteses”, nada comprovado cientificamente, pelo menos é o que se nota nas “teorias” citadas no decorrer no livro, e também, como o próprio autor revela, os sonhos, são estudos desprovidos de uma dificuldade de validação científica, comprovação de tal teoria, que seja realmente verdadeira.

O segundo ponto é que, foi uma sugestão de uma professora, de literatura aliás, que citou o livro em uma aula, ressaltando ser maravilhoso e muito louco. Este “muito louco” me fez pensar que, poxa vida, é o que eu preciso agora. Uma renovação na minha leitura, eu precisava de algo diferente, não algo que me fizesse despertar o amor pela leitura novamente, não! Eu estava apenas sentindo uma necessidade, vontade, desejo de ler algo diferente. Estava cansada de romances e historias fictícias, eu já sabia que existia um mundo muito maior e abrangente atrás disso e que eu estava muito afim de descobrir, só não sabia por onde começar.  Enfim, é um papo para outro post.

O terceiro fator que me fez despertar o interesse por este livro é porque, eu vou cursar psicologia (não sei quando, porque ainda estou estudando para prestar o vestibular) mas que em breve estarei articulada ao cargo de acadêmica de psicologia, ansiosa para isso, rezem por mim. Enfim, eu já imaginava que estava na hora de eu iniciar leituras referentes a minha área, e achei a escolha perfeita. Não é um livro totalmente científico, especifico e exclusivo de pessoas que estudam isso, como já citei antes, qualquer um pode ler, por curiosidade, por ênfase em um livro que de fato, causa mesmo certo interesse.

No entanto, eu recorro a dizer em relação a este livro, ao termo científico. Quando eu digo, não totalmente científico, eu digo no fato de qualquer pessoa possa ler, não havendo a necessidade de se preocupar por ser algo tão intelectual. Entende? Mas o livro é sim um estudo, são estatísticas, são estudos que necessitam de uma leitura um pouco mais esforçada, paciência, consultas no dicionário serão necessárias, algumas palavras ligadas mesmo a psicologia, até mesmo na área da medicina, palavras desconhecidas, que serão providas de uma consulta. Lendo algumas paginas, já percebe-se que isto ocorre, mas que no entanto não afeta prejudicialmente a leitura em termos de compreensão.

Outro fato, que na verdade eu vou tratar aqui como um alerta, sobre o estilo de escrita do escritor. Esta maneira de escrever parágrafos enormes causa muita, mas muita canseira mesmo gente. Não escrevam assim  por favor. Tem parágrafos que chegam a uma página inteira, necessita de uma parada para respirar, serio, não façam isso.

Eu sinto que vou ter muito o que dizer sobre este livro, serio, neste post eu já percebo que o que eu realmente queria falar neste ainda não falei totalmente, e veja a dimensão que ele já se encontra. Então, já incluo aqui,  que eu vou escrever o máximo que eu poder sobre este livro, já estou fazendo anotações a parte sobre a resenha que vou fazer dele. Não que eu ache que este necessita de uma analise mais profunda, mas é que realmente, eu não vou conseguir dizer tudo o que eu quero sobre ele em apenas um post. São tantos detalhes, tantas coisas interessantes, que de verdade, eu quero escrever, eu quero falar para vocês, porque eu não vou conseguir passar por cima disso. São pontos, são detalhes, muito, mas muito interessantes mesmo.

Confesso que nem todas as partes foram totalmente compreensíveis. Não sou nenhuma acadêmica de literatura ou analista de textos. Então, com certeza teve trechos, frases que eu relia e me pergunta: o que ele está dizendo aqui? Mas dando continuidade na leitura havia mais uma explicação posteriormente que fazia melhor a compreensão. Mas eu sei que o mais importante é que eu consegui adquirir o bastante de conhecimento, mais do que eu achei que conseguiria, que o livro possa ter me passado.

Faltam poucas páginas para eu finalizar, demorei um pouco para concluir porque realmente estou lendo com cautela. As vezes tenho que reler, para compreender um pouco melhor, mas ao mesmo tempo, não vejo ao tempo de finaliza-lo. Em breve vou fazer um post aqui no blog sobre o autor, sobre Freud, alguns chamam de “pai da psicologia” e claro, não tenho duvidas disso. Mesmo que não conhecendo nem um pouco dos tantos outros livros dele, já sou fã super.

Espero que tenham despertado algum desejo em vocês por ele, ou não? Um abraço.

Quem é você, Stephen McQueen?

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Ler um livro muito parecido com situações do nosso dia a dia é fantástico, mas também um tanto desconfortante. È verdade. A leitura para ser de fato uma boa leitura, deve ser desconfortante. Deve nos fazer sentir,  constrangidos e incomodados. O personagem Stephen do livro Substituto, do autor David Nicholls, trouxe exatamente esta sensação á mim. Senti “pena” ou “compaixão” pelo personagem.

Este, é um adulto separado da mulher e com uma filha. È ator, e quer ser como o melhor e famoso ator, o John Haper. O desconforto, a “pena” que senti por ele já começa ai. Ele tenta ser como John, ser famoso como ele, a procura do grande dia que a sua vida vai mudar. A sua ex mulher, e até a filha as vezes, o desprezam, querendo que ele largue totalmente esta profissão, que segundo elas, Stephen não tem talento para isso.

Para ser sincera, Spethen não tem sorte neste livro até o momento. Faltam poucas paginas para eu terminar o livro, e até então as coisas só veem piorando. Ele ainda não encontrou o seu grande dia e também ainda a procura da solução dos seus problemas. Uma impressão bem bizarra que eu tenho, que eu não sei se estarei certa, Stephen parece estar perdido nas coisas que faz. Como se, antes de qualquer ação que comprometa sua vida ou não, ele não se importa, simplesmente faz, independente das suas consequências.

Isto é ruim, não? Pois de tantas coisas que ele fez, no livro agora ele está encrencado, que na maioria dos casos, eu mesma não me arriscaria. Mas acho que é isto que faz o livro ser tão brilhante, tão neste ar de compaixão, peninha, e etc. Acredito que o David quis mesmo que isto causasse nos sentimentos dos leitores.

Mas de certa forma, Stephen é um homem maravilhoso. Confiante que em algum dia ele vai ser um ator reconhecido. Nestas coisas que eu chego á reflexão, de quantas sonhos ou coisas nós já desistimos? Quantas vezes você já disse para as pessoas que não acreditam em você, que você vai conseguir? Stephen faz isso, dis para sua ex mulher, sua filha, que um dia ele vai provar para elas que elas estão enganadas. E isto faz crescer ainda mais a sua vontade de continuar seguindo em frente, e correr atrás do seu sonho.

Há tantas curvas fechadas, pedras no caminho, que muitas vezes simples, e que normalmente não somos fortes o bastante para enfrentar, para dizer “eu consigo”. Stephen para mim foi um exemplo e tanto., de alta confiança. Sabe, mesmo que eu saiba, que certas coisas são muito, mas muito longe de se tornarem realidade, a cada dia, a cada tempinho do meu dia eu faço alguma coisinha para chegar mais perto deste sonho, e algum dia eu chego lá.

Até mais querido leitor.

A importancia de Deus na vida das pessoas

È interessante saber que eu não sou daquele tipo de pessoa que vive no mundo de “eu acredito no que eu acredito, e ponto final!” não. Eu gosto de estudar como as pessoas vivem as suas vidas de certa maneira do seu jeito. Cada um vide de um jeito, claro, mas á certas particularidades que na realidade muda tudo. Um exemplo? Acreditar em Deus.

Uma pessoa que não acredita em Deus, não se ouve dizer “Deus vai guardar a gente enquanto voltamos para casa”, “Deus vai ajudar a gente passar no vestibular“, “olha como Deus é misericordioso, nada aconteceu com a gente“. Com isso você chega a conclusão que uma pessoa que acredita em Deus, e uma que não acredita, tem diferenças muito grandes. Porque sim, é só uma crença, mas que basicamente trabalha na vida da pessoa inteira.

È diferente você viver com uma pessoa que acredita e a outra que não acredita È estranho dizer, porque até então eu nunca havia conhecido alguém que é muito crente em Deus. È tão diferente. As vezes você se sente até um pouco mais “segura” por aquela pessoa se sentir tão segura assim nas mãos de Deus.

Eu penso que é bom ser assim. O mundo com suas diversas particularidades. As pessoas são tão diferentes umas das outras que eu também me sinto diferente. Essa questão de acreditar que eu sou eu, apenas eu, com minhas particularidades, crenças, sem abrir brechas para ver outras formas de ver o mundo…

E é ruim você ser assim. Porque não acaba aproveitando um elemento a mais que a vida tem para te oferecer. Eu gosto disso. Gosto de dizer que os seres humanos são escrives. As suas formas de pensar e reagir. São muito diferentes. Conforme o que a pessoa viveu, vivenciou durante toda a vida, ela é uma pessoa única devido á suas vivencias.

Que bom saber que eu estou me superando. Me sinto orgulhosa por eu ser aquele tipo de pessoa que aceita as coisas. Não quero ser aquela chata que diz não pra tudo, qualquer tipo de opinião, todas erradas, e a minha a única certa e concreta do mundo.

È bom saber que o sentido melhor da vida é ir vivendo e dar aquela sensação que a vida não está sendo um desperdício, que muitas coisas boas eu estou usufruindo dela.

Um grande beijo!

Quando as coisas são o que são

Antes de mais nada, eu devo citar que eu não sofro. Eu não posso dizer “eu sou muito, muito feliz e com certeza á quase todo momento” porque sabe, a gente não vive só disso. Eu fico triste as vezes, mas também preocupada, confusa, insatisfeita, e estas coisas querendo ou não, causam um certo desconforto, muito ruim aliás, mas que na verdade, não dá pra viver sem isso.

Viver é uma arte tão, variada. È uma mistura de tantas coisas, mas que aqui ou até em qualquer outro lugar no mundo, a vida é a mesma. Todo o mundo (todo o mundo mesmo) ri, chora, se preocupada, fica triste, se chateia, e com certeza, morre. E mesmo que a gente tente viver a nossa vida, tentando excluir alguma destas coisas, não dá, porque basicamente isso faz parte, e uma das coisas em que a gente é obrigado á fazer, é fazer isso.

Não conseguimos fugir da tristeza, da preocupação ou da felicidade por exemplo. A única coisa que eu acho que a gente pode fazer, é tentar amenizar a intensidade das coisas. E é tão estranho dizer quando, as coisas desandam só para um lado. Há aqueles felizes demais, á aqueles tristes demais, preocupadas de mais, e que até se chateiam demais.

È difícil dizer sobre as certezas das coisas. Porque é ruim quando tudo ta errado na gente. Não deveria ser assim, não mesmo. As coisas deveriam ser na medida certa, como ficar triste hoje, e talvez agora só daqui um pouco tempo, quando eu estiver recuperada, aliviada. Mas não, as vezes (e comigo quase sempre) tudo vem só de uma vez.

Também odeio quando muitas coisas diferentes acontecem em um intervalo muito curto de dias. Mudança de rotina, horários, hora de comer, troca de amigos, namorado, tanto faz, coisas que ali no seu dia a dia vai fazer a total diferença. Tão ruim, porque você leva um tempo para de adaptar á uma e dai “booom!” lá vem outra, e lá vem outra….

Quando isso acontece eu tenho a impressão que já foi tudo programado, vocês não? Como se, acontece uma coisa ruim hoje, tipo descobrir que seu namorado estava te traindo, e dai no outro dia, você descobre que tua mãe está doente, por exemplo. Puta merda! È ruim, e você pensa: “tinha que ser logo hoje?” ou “Essas coisas so acontecem comigo!”E as vezes “porque você está fazendo isso comigo, Deus?

E é por isso que eu acho que as pessoas dizem que a vida é uma surpresa. Porque mesmo que você ache que está sempre preparada, nunca está, quando a hora chega a onda é muito mais forte do que se pensava e ela te derruba por inteiro, e quando você se levanta você nem acredita que saiu ilesa daquilo.

Até anjos.

È só questão de opnião

Talvez eu esteja errada. Mas eu prefiro acreditar que não. Acredito que eu esteja certa para mim, porque se eu não tiver, a minha vida volta a estar na estaca zera. Eu preciso acreditar que a vida é isso, viver no meu limite que eu possa viver, sem extrapolar, e então não machucar ninguém, perto daquilo que se pode chamar de certo.

Sabe, eu vivia naquilo do que eu achava que era certo. Agora, eu analiso, o que realmente é certo? Não me diga: não existe o certo e o errado. Então, matar é certo? Roubar é certo? Estuprar? Acho que existe sim, baby. Talvez para a maioria das questões.

Mas digamos que eu posso chamar de certo aqui o que não faz mal? O assunto propriamente dito de que estou querendo falar é do ciumes. Cada um viver a sua vida, sem machucar ninguém. È difícil, puta merda, como é difícil se livrar do ciumes? Porque, porque Deus?

Ciumes é ser apedrejado. Sem piedade. Se eu tivesse que escolher alguma coisa que eu pudesse chamar de mal, e terrivelmente destruidor seria o ciumes. Você passa a maior parte do seu tempo pensando na tragedia. Isso doi cara, doi demais. Deveria haver remedio, concerteza deveria.

E porque a gente é tão, burro? Não é de fato, uma questão de burrice? E a resposta é tão simples, putz, e como é simples. È so a gente viver a nossa vida, sem se preocupar com o outro, cuidar do seu corpo, dos seus sonhos, das suas vontades. E porque é tão dificil fazer isso?

Sabe, isso faz muito mal. Eu não posso chamar de certo, não posso mesmo. E agora, eu to conseguindo, to conseguindo viver minha vida. E as vezes eu penso, será que não está errado? Eu acho que não pode, na verdade, eu não deveria nem pensar nisso. Nossa, porque estou pensando isso?

È tão bom fazer o que me faz bem, pensando necessariamente o que é melhor para mim. Eu deva acreditar que se um dia der tudo errado, é muito fácil, é só se soltar. È so se livrar da correnteza. Assim, eu acredito que a gente só precisa se esforçar, dar o melhor de si. Que tudo dará certo, devagar, mas se resolvem.

Um beijo, anjos <3′

Mudança de rotina (desabafo)

Estou com medo. Tenho medo das coisas sabe, tenho medo das coisas não darem certo, sei la, eu tenho medo. È estranho pensar assim porque, essa coisa de mudar o seu dia a dia mexe muito comigo. Mudar o horário em que vou dormir, o horário em que vou acordar, comer, tomar banho.. eu me sinto tão, fora do normal, até isso se tornar normal novamente.

E é nisso que eu tenho que pensar. As coisas voltas a ser normais, eu sei que voltam. Mas o difícil é esperar, e as vezes este “esperar” demora demais, e dai eu canso, começo a chorar, sinto falta do antes, do normal, da rotina… e eu sinto aquela vontade imensa de sumir, de morrer. Então, eu desabo e me sinto fracassada por ter fracassado de novo.

Mas sabe, as coisas agora tem que ser diferentes. Eu tenho que ser diferente. Tenho que infrentar tudo isso como o melhor para mim. Eu preciso viver isso, preciso estudar, preciso ser alguém na vida! E mudar minha rotina para ir atrás disso, é tão complicado. Mas eu tenho que ser corajosa agora, tenho que acreditar que não só eu posso mas como vou terminar.

E aquele medo? Aonde vai parar? Eu preciso esconde-lo ou prende-lo em algum lugar. E pensar que mudar rotina é bom. Vou fazer amigos (tomara que sim) e isso é tão especial não é? Talvez eu não devesse pensar tudo isso como se fosse um desafio, acho que eu só tenho que apenas, viver.

Será que consigo? È claro que consigo. Eu nem deveria questionar, eu já devia saber. E nestas coisas que agora eu acredito. Hoje, eu sou corajosa, confiante. Sei dizer “não” as coisas, e bem.. eu posso dizer que sou alguém melhor, não sei se para os outros, mas para mim com certeza.

Obrigada. À você que talvez leu este texto torcendo por mim. Porque toda mudança valida nesta vida é por alguém ou por um motivo bastante valido.

Beijos!