O sonho, não pode ser, só um sonho

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Foi quando, na manhã de segunda-feira de outubro, fui realizar uma entrevista, na avenida próximo ao bosque, na qual chego trinta menos adiantado, e decido esperar no carro. Quando, a moça da recepção chama, eu e mais cinco pessoas para entrar na sala, o silêncio se torna nossa primeira companhia, até a entrada animada e simpática do palestrante. Algo me entristece, cinco pessoas e um palestrante. Pareceu animado e confiante. Começou a falar sobre o dono da empresa. Homem rico, mora em Orlando, bilionário, dono de uma grande empresa. Este, agora, prova para o seu próprio pai, o que o pai á á vinte anos atrás, descordava da escolha do filho. Deu certo, e agora o pai é orgulhoso do que o filho conquistara.

E, o emprego?

Sonhar não é o bastante, para o palestrante. Ele começa a contar sobre sua história. Entrou na empresa não querendo nada. Cresceu demais. Agora, é mais do que um simples funcionário. È dono de mais de uma filial e se orgulha disso. Pergunta para as pessoas, questiona-as, qual o seu sonho? Sonhar é uma coisa, realizar é outra, dizia ele. Viver em um sonho, e não torna-lo realidade, é só um sonho. Então, faz o possível de si para nos convencer, e parecia que para mais alguém, com muitos exemplos e histórias de vidas, que o sonho pode ser possível. Só basta realizar. Com isso, começa á dar exemplos de empreendedores que deram a volta por cima, e agora são muito bem sucedidos.

Mas, sobre o que é o emprego?

Chega ao ponto que aquele emprego, não é um emprego. È um programa. Que vai mudar minha vida. Não transformar, vai mudar, completamente. Mas antes disso, você tem que ter um sonho, e querer realiza-lo. Não é só querer ser uma coisa, e deixar a coisa acontecer sozinha. È fazer realizar, é fazer ser verdade. Então, ele diz que aquele programa, é isso. È um sonho á ser realizado ali, e agora. È como “criar” um sonho, que vai se tornar realidade. È fazer aquilo, ser tudo o que alguém queria. Ele plantou um sonho, e agora dizia, que poderia se tornar realidade. 

Mas antes, questionou quem já tinha um, para aqueles que estava ali presentes. A moça que queria ser fisioterapeuta, e depois o rapaz que queria fazer Direito, e depois a outra moça, que estava fazendo engenharia mecânica. Então, ele perguntou: é isso que você quer? Para cada uma daquelas pessoas. Parecia que sim, até certo ponto. Ele explicou que não queria aquele tipo de perfil. Queria pessoas, que construíssem carreiras ali dentro, que tivessem a total disponibilidade para o trabalho, e para a mudança “incrível” que a aquela empresa proporcionaria.

Com isso, de repente, aquele era o novo sonho das pessoas daquela sala. Todos desfizeram dos sonhos antigos. Do curso de direito, do curto de engenharia? Talvez não mais. Talvez eu queira ser um empreendedor de sucesso agora, quero ter sucesso, quero me realizar. Quando o palestrante entregou a pergunta menos esperada daquela manhã, as respostas me surpreenderam. Você acha que se encaixa neste perfil? Elas começaram a falar sobre como aquele plano de carreira seria incrível, como se esforçariam para se tornarem cada vez maiores naquela empresa. Eu olhei nos olhos deles. Não entendi. Onde parou, o sonho de estudar? Onde se foi, os seus outros sonhos? Não existiam mais, ou enganavam a si mesmos.

Quando o palestrante, me olhou e me dirigiu a pergunta, após todos darem suas respostas positivas, eu olhei para ele e não restavam duvidas da minha negação. Eu disse que entendia perfeitamente, qual o perfil que ele procurava. Porém, eu disse que não me encaixava. Como eu poderia, abrir mão de todos os meus sonhos, tudo o que eu já venho batalhando para se tornar realidade, para trabalhar em uma empresa que nunca coube nos meus planos? Não era uma área que eu amava, não era aonde eu gostaria de estar. Não era algo que eu precisava no momento. Eu só precisa de um emprego temporário, só isso.

Pareceu surpreso, é claro. Dentro de uma sala com mais cinco candidatos que lhe disseram sim, na qual, que inacreditavelmente enganando á si mesmos, desesperados pela vaga, e desesperados para convencer o pobre palestrante, capazes de desistirem dos seus sonhos, para se dedicar á aquele. Então, ele abriu a porta para mim, e eu saí. Entrei no carro, e me senti incrivelmente desconfortável.

Quem é a garota, que sabe tanto, o que quer? 

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Enquanto o tempo passa…

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Eu tive três concepções. Andar, andar devagar sem atropelar as coisas. Eu sempre lamentava: eu já estou com 20 anos, não posso mais perder tempo, não posso.

Parece idiota, e eu repito, é idiota! Eu estou preocupada se vai haver tempo de eu fazer tudo o que eu quero! Até parece que 10 anos se passa devagar… Mas não, dá pra se viver muita coisa. As pessoas têm medo, medo de estarem perdendo tempo demais.

E eu digo o contrário, quando a gente quer demais, em um curto tempo da vida, as coisas não acontecem, porque as coisas têm que ser vividas, por etapas, degraus. Alguns casos muito longos por sinal, mas quanto mais tempo de leva para aquilo terminar, mais especial se torna e vantajoso.

A vida aparece ter passado tão rápido. “A vida” até aquele momento, e o que tem de vir? Um professor disse: “veja o além, veja o que você quer ver, como as coisas vão acontecer, porque conforme o que você pensa ou imagina, daquela mesma maneira vai se torna realidade.”

Mas como assim Fran? Eu imagino me formando em psicologia , eu quero e sonho com isso, então eu digo que eu consigo. Acreditar que é totalmente possível, é simples e fácil, fazer acontecer torna as coisas mais fáceis.

Uma dor de cabeça, terrível dor de cabeça.. Se você pensar como uma “terrível ” dor de cabeça que parece te matar, acredite, ela pode te matar porque você acredita nisso.

Queridos leitores, acredite que sonhos são só sonhos, muitos deles estão muito longe do dia de hoje. Mas são sonhos, não impede que se concretizem hoje, mas pode ser amanhã, ou á daqui vinte anos. Não importa. Não importa o tempo.

Resenha: A interpretação dos sonhos, Sigmund Freud/parte 1

12695932_808509022591644_1189107347_nUma das experiências que eu mais gosto, é me aventurar no mundo dos livros. Tentar ler alguma coisa mais radical, diferente, longe da minha área de conforto. As vezes, é claro, acontece algumas frustrações. As vezes, um livro difícil de ser interpretado, as vezes radical demais, ou qualquer que seja a dificuldade. Há alguns anos, eu vivia apenas no mundo dos livros comerciais, hoje no entanto, eu encaro as longas fileiras do sebo com livros antigos, e principalmente, brasileiros.

Este, aliás é um caso aparte. È um livro científico, na área psicológica, que eu garanto que, para quem gosta de áreas da psicanálise vai adorar. Não é muito difícil. Portanto, esta será uma resenha típica de alguém que esta fascinada, apaixonada, pelo conteúdo em si do livro!

De inicio, Freud começa a citar outros autores, sobre as suas teorias em relação ao sonho. Isso leva uma boa parte do livro, acho que quase até a metade. Mas, que são importantes de serem analisadas. Ele cita, analisa, cita analisa. No entanto, eu achei muito interessante. São teorias, que as vezes ele concorda ou não, mas conforme você lê, você para e pensa: será mesmo? Por exemplo, Freud cita uma teoria de Aristóteles,  que diz que os sonhos, podem revelar muito bem a um medico os primeiro sinais de uma doença, como também, ele diz que na época de Aristóteles, realmente os sonhos tinham esta função.

Outra teoria fantástica, citada por Burdach, é que os sonhos nada mais é que representar a realidade em símbolos, ou seja, quando estamos triste, ou quando estamos totalmente preocupados com alguma coisa, os sonhos penetram em nosso estado de espírito, em forma de símbolos. Mais a frente, Freud chega a conclusão que os sonhos nunca podem se libertar do mundo real, ou seja, nada é inventado, ou fictício, tudo o que é representado nos sonhos surgiram de algum momento, de algum lugar, da realidade.

Exemplos disso foi de um autor que conta que ouviu uma musica no sonho que acreditou ser inteiramente nova, mas apenas alguns anos depois, encontrou a mesma melodia em uma velha coleção que tinha. Outro exemplo também foi de um rapaz, que sonhou que pedia uma bebida em um café, mas que nunca havia ouvido falar no nome daquela bebida. Até que um dia percebeu que o nome daquela bebida estava todos os dias estampado em um cartaz na esquina de uma rua em que passava pelo menos duas vezes ao dia durante vários meses.

Foram exemplos assim que me estimularam mais ainda a não parar de ler este livro. As explicações, os termos científicos eram bem confusos de compreensão, mas quando Freud citava estes exemplos eu entendia perfeitamente o que ele estava querendo dizer. Mais adiante, Hildebrandt resume estes exemplos, dizendo que os sonhos tem o poder de reprodução de fatos muito remotos até mesmo esquecidos de muitos anos atrás. Algo que, Scholz resume também em “nada que tenhamos possuído mentalmente uma vez pode perder-se inteiramente.”

Freud chama de Estímulos sensoriais externos, aqueles fatores que causam alguma reação nos sonhos. Exemplos? Um trovoada pode representar nos sonhos uma batalha, um ranger de uma porta, um sonho com ladrões, cabeça embaixo do travesseiro, sonhará que estamos sob uma enorme pedra a ponto de nos soterrar. E dentre muitos outros exemplos. Durante algumas paginas, Freud cita exemplos de sonhos seus, ou de algumas pessoas, que ele conta no livro para provar que estas teorias podem ser verdadeiras.

Além de citar estímulos externos, ele também diz sobre os estímulos internos. Como por exemplo dores no corpo, formigamento, ou qualquer outra situação orgânica que também podem ser estímulos para os sonhos. Mas adiante, ele faz uma analise do porque, que esquecemos muitas vezes os sonhos, após despertar. E uma das explicações que ele dá para isso, é porque nós não damos tanta importância a eles. A partir do momento, que tentamos nos lembrar deles, e pensar que são importantes, você passa a repara-los e lembra-los com mais frequência.

Há alguns autores que mais adiante vão dizer que nos sonhos “não existem aqueles que sejam absolutamente razoáveis e que não contenham alguma incoerência, anacronismo ou absurdo” ou seja, não se pode dizer que os sonhos são totalmente livres de interpretação fácil e compreensíveis. São na maioria das vezes de conteúdo absurdo, inaceitável. Como quando por exemplo, sonhamos que estamos sendo presos, traindo alguém, ou qualquer situação que nunca imaginássemos que algum dia seriamos capazes de fazer ou acontecer.

Assim, como Jessen escreve: “.. a consciência parece ficar silenciosa nos sonhos, pois neles não sentimos nenhuma piedade e podemos cometer os piores crimes – roubo, violência e assassinato – com completa indiferença…” ou seja, nos sonhos não sentimos quaisquer sentimentos de remorso, de arrependimento, de dor, muito pelo contrário. Diz então que diante disso podemos ter outra personalidade, assustadora dependendo das circunstâncias.

Mas, ao aposto disso, tem o autor que diz em contraposição, o Scholz “.. nos sonhos esta a verdade: nos sonhos, aprendemos a conhecer a nos mesmos como somos, apesar de todos os disfarces que usamos perante o mundo” Ou seja, os sonhos tentam nos mostrar o que realmente somos capazes de ser na vida real. Podemos matar, podemos trair, ou qualquer que for a situação do sonho. Spitta acrescenta: “.. diga-me alguns dos teus sonhos, e eu te direi sobre o teu próprio interior”. Eu gelei com estas teorias, serio.

As teses que defendem que os sonhos podem adivinhar futuros, ou seja, um fator que ele chama de “natural” é basicamente uma teoria que ele entende de “sem base” e “sem comprovação”. Freud não encontra fatores, exemplos de sonhos, ou qualquer comprovação em base que podem provar esta tese.

È interessante observar que todas estas teses que Freud menciona no inicio, ainda não é o estudo profundo das suas pesquisas. Mas posteriormente, é quando ele mostra e analisa sonho por sonho especificamente conforme suas teorias. No próximo post, que darei continuidade á esta resenha, trarei mais detalhes.

Lendo “A interpretação dos sonhos” de Sigmund Freud/parte 1

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Querido leitor, seja bem vindo a mais um novo livro, de uma abordagem diferente desta vez, de um livro de que muitas pessoas não estão acostumadas a ler, mas que eu vou explicar direitinho o porque de eu estar lendo este livro. Primeiro que, de imediato parece que é um livro científico e acadêmico. Não. Este livro pode ser lido por qualquer um, alias é um assunto que causa curiosidade ás pessoas. Sonhos, a interpretação dos sonhos, como, porque? Se trata de uma analise dos sonhos, ou pelo menos, “tentativas, “estudos”, “hipóteses”, nada comprovado cientificamente, pelo menos é o que se nota nas “teorias” citadas no decorrer no livro, e também, como o próprio autor revela, os sonhos, são estudos desprovidos de uma dificuldade de validação científica, comprovação de tal teoria, que seja realmente verdadeira.

O segundo ponto é que, foi uma sugestão de uma professora, de literatura aliás, que citou o livro em uma aula, ressaltando ser maravilhoso e muito louco. Este “muito louco” me fez pensar que, poxa vida, é o que eu preciso agora. Uma renovação na minha leitura, eu precisava de algo diferente, não algo que me fizesse despertar o amor pela leitura novamente, não! Eu estava apenas sentindo uma necessidade, vontade, desejo de ler algo diferente. Estava cansada de romances e historias fictícias, eu já sabia que existia um mundo muito maior e abrangente atrás disso e que eu estava muito afim de descobrir, só não sabia por onde começar.  Enfim, é um papo para outro post.

O terceiro fator que me fez despertar o interesse por este livro é porque, eu vou cursar psicologia (não sei quando, porque ainda estou estudando para prestar o vestibular) mas que em breve estarei articulada ao cargo de acadêmica de psicologia, ansiosa para isso, rezem por mim. Enfim, eu já imaginava que estava na hora de eu iniciar leituras referentes a minha área, e achei a escolha perfeita. Não é um livro totalmente científico, especifico e exclusivo de pessoas que estudam isso, como já citei antes, qualquer um pode ler, por curiosidade, por ênfase em um livro que de fato, causa mesmo certo interesse.

No entanto, eu recorro a dizer em relação a este livro, ao termo científico. Quando eu digo, não totalmente científico, eu digo no fato de qualquer pessoa possa ler, não havendo a necessidade de se preocupar por ser algo tão intelectual. Entende? Mas o livro é sim um estudo, são estatísticas, são estudos que necessitam de uma leitura um pouco mais esforçada, paciência, consultas no dicionário serão necessárias, algumas palavras ligadas mesmo a psicologia, até mesmo na área da medicina, palavras desconhecidas, que serão providas de uma consulta. Lendo algumas paginas, já percebe-se que isto ocorre, mas que no entanto não afeta prejudicialmente a leitura em termos de compreensão.

Outro fato, que na verdade eu vou tratar aqui como um alerta, sobre o estilo de escrita do escritor. Esta maneira de escrever parágrafos enormes causa muita, mas muita canseira mesmo gente. Não escrevam assim  por favor. Tem parágrafos que chegam a uma página inteira, necessita de uma parada para respirar, serio, não façam isso.

Eu sinto que vou ter muito o que dizer sobre este livro, serio, neste post eu já percebo que o que eu realmente queria falar neste ainda não falei totalmente, e veja a dimensão que ele já se encontra. Então, já incluo aqui,  que eu vou escrever o máximo que eu poder sobre este livro, já estou fazendo anotações a parte sobre a resenha que vou fazer dele. Não que eu ache que este necessita de uma analise mais profunda, mas é que realmente, eu não vou conseguir dizer tudo o que eu quero sobre ele em apenas um post. São tantos detalhes, tantas coisas interessantes, que de verdade, eu quero escrever, eu quero falar para vocês, porque eu não vou conseguir passar por cima disso. São pontos, são detalhes, muito, mas muito interessantes mesmo.

Confesso que nem todas as partes foram totalmente compreensíveis. Não sou nenhuma acadêmica de literatura ou analista de textos. Então, com certeza teve trechos, frases que eu relia e me pergunta: o que ele está dizendo aqui? Mas dando continuidade na leitura havia mais uma explicação posteriormente que fazia melhor a compreensão. Mas eu sei que o mais importante é que eu consegui adquirir o bastante de conhecimento, mais do que eu achei que conseguiria, que o livro possa ter me passado.

Faltam poucas páginas para eu finalizar, demorei um pouco para concluir porque realmente estou lendo com cautela. As vezes tenho que reler, para compreender um pouco melhor, mas ao mesmo tempo, não vejo ao tempo de finaliza-lo. Em breve vou fazer um post aqui no blog sobre o autor, sobre Freud, alguns chamam de “pai da psicologia” e claro, não tenho duvidas disso. Mesmo que não conhecendo nem um pouco dos tantos outros livros dele, já sou fã super.

Espero que tenham despertado algum desejo em vocês por ele, ou não? Um abraço.

O que eu acho dos escritores jovens brasileiros

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Não sei se é impressão minha, mais ultimamente ando vendo muitos livros de autores jovens na minha estante. Pode ser que já em algum tempo isso vem acontecendo, mais eu ainda não havia experimentado.

Comecei com a Bruna Vieira, que também tem o Blog Depois dos quinze. Eu li o primeiro livro “depois dos quinze” e depois o “de volta aos quinze”. Ela lançou outros, que ainda não li, mais pretendo ler sim, concerteza. Depois tem “marca da lua” da Flávia Duduch (resenha em breve) e entre outros, outros, outros…

Mas o que eu quero dizer em si,  que muitas muitas pessoas acham estes livros “clichés”, imaturos. Bom, o que eu posso dizer , que eu fico muito feliz que mais e mais jovens tem publicado livros. Porque concerteza era um sonho destas pessoas. Claro que são livros de iniciantes, é um inicio, e o importante  concerteza é começar.

Mais importante ainda deve ser  estes autores receberem diversas criticas para crescerem ainda mais. O primeiro livro concerteza vai ser o pior de todos, mais sem ele,  não tem um autor bom no futuro. Então, que seja cliche, que seja horrivel, que seja mal escrito. O importante, é  começar.

Todos sabemos que não é fácil ser um escritor brasileiro. Infelizmente aqui no nosso país a leitura não é tão apreciada quanto em outros países. Mas eu acredito, que está realidade pode mudar, e não aposte que um jovem escritor não pode ser tão bom quanto, um jovem escritor de um país fanático por leitura. Muitos acreditam nisso, mesmo que parece real quanto.

Todos os jovens brasileiros, não só estes mas também adultos, publiquem suas escritas, sem medo da rejeição.

O melhor conselho que posso oferecer é : se você tem um sonho, concerteza corra atrás dele.

Até a próxima.

Escrito por Franciele Miloch

A minha admiração por Bruna Vieira

Quem conhece o Blog “Depois dos quinze” sabe do que eu estou falando. Não estou falando só pelo blog ser um sucesso e que os post são os melhores que conheço. Mas sim pela pessoa e a inspiração que ela me passa.

Acho-a corajosa por ter tomado a iniciativa tão cedo de ter se mudado para São Paulo. Uma cidade grande, (enorme!) que eu acho que não daria conta. Mineira como eu, deve ter sido muito difícil, porque nós mineirinhas (pelo menos eu) adoro um lugar silencioso, sem muita gente e bagunça.

Mas além de tudo, acho-a incrivel por ter lançado livros com 20 anos de idade. A minha baixa autoestima não me deixa acreditar que minhas histórias são boas, então, acho-a inteligente e corajosa por ter esta iniciativa de escrever para este mundo intenso que é a dos adolescentes.

Não muito diferente de qualquer pré-adulta por aí, ela gosta de moda, maquiagens, beleza, sair com amigos, viajar! O que toda bela garota deve fazer, aproveitar o máximo que pode desta fase. Mas acima ainda de tudo, eu desejo que ela aproveite bem tudo isto, com a oportunidade de ser famosa e inspirar tantas jovens com o blog e livros.

Está semana estou lindo o seu livro “De volta aos quinze” e a cada pagina que viro acredito ainda mais que com muito esforço, a gente consegue.

Até mais.