Indelinquente cabeça {2}

As vezes é assim, perambular, perambular, perambular, com o que nem precisava. Não entendo esta imoralidade comigo mesma. Não quero, não posso me sentir assim, não posso me submeter, e ponto! Tanto faz. Se remoer, se matar, se sacrificar por algo que não custa fingir? finja! Finja morrer pra dentro, e sorria por fora. Poxa vida, porque as vezes pensar é tão fácil mas por em prática é tão difícil? È. Difícil, muitas vezes parece impossível, mas é possível. Ah!

Que alivio grande pensar que, hoje, eu tenho o intuito de tentar mudar. Tentar me submeter a me sentir melhor. Não é preciso. Nunca fui. Não é necessário toda esta preocupação por algo que, sei la, não faz sentido algum.

Se você também se sente assim. Bate ai.

Até então parece simples. No entanto é muito complicado. Apertar a mão de quem não merece a reconciliação. Tudo bem que sou meio idiota mesmo. Tá, meio não. Muito idiota. Não sei destingir muitas coisas, não sei pensar em coisas de forma correta, não sei ter certas relações com algumas pessoas…

O que poderia ser pior que isso?

Tudo menos normal.

Ah! Que vontade de ter nascido em um mundo que só tivesse gente assim.

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O verdadeiro eu

As vezes é verdade. Eu não sei quem sou eu. Aquela menina engraçada? Que faz piada até do que não acha graça. Ou aquela menina irritada? Que dá vontade de xingar todo mundo, sem medo de magoar ninguém. Está  é a verdade. Eu não sei quem eu sou. As vezes tenho medo, de vim alguém e me destruir, as vezes sou forte o bastante para dizer, BASTA! Ninguém vai me derrotar. As vezes, eu sou só sou uma menina, quem tem medo dos trovões em dia de chuvarada. Minha mãe escolheu minhas roupas quando criança, agora quem escolhe sou eu. E ainda não sei do que gosto de vestir. As vezes saia, as vezes jeans. Meu cabelo gosto encaracolado, mas as vezes, ah! que sonho. O cabelo liso que não dá trabalho pra ninguém. Tá difícil de distinguir. Quem sou eu? Tenho medo de pensar, sou eu uma pessoa incapaz de amar? Sou eu a pessoa que sofre por amor, mas ao mesmo tempo, tem coragem de matar? Não sei pensar. Todos sabemos. As vezes queremos matar. Por nós. Por alguém. Ou mesmo, por raiva ou justiça. Então pensa, se sim ou se não. Se posso ou se não posso.

È, por isso que você não sabe, você não sabe quem é você.

 

Mudança de rotina (desabafo)

Estou com medo. Tenho medo das coisas sabe, tenho medo das coisas não darem certo, sei la, eu tenho medo. È estranho pensar assim porque, essa coisa de mudar o seu dia a dia mexe muito comigo. Mudar o horário em que vou dormir, o horário em que vou acordar, comer, tomar banho.. eu me sinto tão, fora do normal, até isso se tornar normal novamente.

E é nisso que eu tenho que pensar. As coisas voltas a ser normais, eu sei que voltam. Mas o difícil é esperar, e as vezes este “esperar” demora demais, e dai eu canso, começo a chorar, sinto falta do antes, do normal, da rotina… e eu sinto aquela vontade imensa de sumir, de morrer. Então, eu desabo e me sinto fracassada por ter fracassado de novo.

Mas sabe, as coisas agora tem que ser diferentes. Eu tenho que ser diferente. Tenho que infrentar tudo isso como o melhor para mim. Eu preciso viver isso, preciso estudar, preciso ser alguém na vida! E mudar minha rotina para ir atrás disso, é tão complicado. Mas eu tenho que ser corajosa agora, tenho que acreditar que não só eu posso mas como vou terminar.

E aquele medo? Aonde vai parar? Eu preciso esconde-lo ou prende-lo em algum lugar. E pensar que mudar rotina é bom. Vou fazer amigos (tomara que sim) e isso é tão especial não é? Talvez eu não devesse pensar tudo isso como se fosse um desafio, acho que eu só tenho que apenas, viver.

Será que consigo? È claro que consigo. Eu nem deveria questionar, eu já devia saber. E nestas coisas que agora eu acredito. Hoje, eu sou corajosa, confiante. Sei dizer “não” as coisas, e bem.. eu posso dizer que sou alguém melhor, não sei se para os outros, mas para mim com certeza.

Obrigada. À você que talvez leu este texto torcendo por mim. Porque toda mudança valida nesta vida é por alguém ou por um motivo bastante valido.

Beijos!

Desabafo #1

1

Acho que independente do que eu posso fazer, sempre vou achar que estou errada. A culpa vai ser totalmente minha em qualquer situação e farei qualquer coisa para me atirar na frente para ser atingida. Isso é estupidez. Muita estupidez. Tudo pelo fato que talvez eu não acredite em mim. Não acredito nos meus valores e idéias.

A possibilidade de mudança de comportamento é de noventa por cento. Mas tenho apenas 0,1 por cento de coragem. Essa ídeia de se mergulhar no entusiasmo e dar tudo de si para tentar ser diferente é casantivo. E além de tudo, tudo mesmo, admitir pra mim mesma, ou pelo ter que ficar com isso na minha cabeça, é ter que admitir que tenho problemas.

Viver automaticamente é muito mais entusiasmatico e tranquilo. Mas vai ter as horas que as consequencias viram á tona. È logico. E talvez em alguma vez nesse vida eu consiga ser diferente.

O vazio que ninguém entende


Não sei exatamente o que me falta. As vezes tenho a sensação que alguma coisa, sei la o que, está vazio. Algo oco, sem preenchimento, sem sentido. Nada deixou de ser e virou pó. Acredito ser algo que nunca existiu. algo que nunca experimentei, algo que nem sei como começa, muito menos se ele existe.

Mas quando penso nisso, tento o maximo possivel faze-lo invisivel. Enganar a mim mesma que nada disso acontece, e que ignorar as vezes é a melhor maneira de lidar com situações desconhecidas. Mas, diante de cada dia, de que no minino uma vez no meu dia esta sensação surge, me traz a tristeza que talvez não tenha cura, mas que em dias como hoje, que desejo escrever sobre isso, me traz a esperança que eu possa entender o certo do que sinto.

Talvez é simplesmente a vontade de fazer algo diferente. Algo que nunca experimentei. Talvez seja isso que falte pra mim. Esse vazio, que não sei com o que se preenche, que pode ser, um preenchimento diferente de todos que conheço. Uma profissão nova, um estudo novo, uma vida nova. Uma simples tarefa do meu dia, incluída em qualquer hora, possa fazer uma grande diferença.

Simples seria se eu encontrasse a resposta do que procuro.

Desabafo bobo

Machuca? È claro que machuca. E o pior disso tudo, é que você não sabe o que deve fazer para parar de doer. ai! Como lhe amo. E a dor do amor é a mais complicada de todas. Não tem texto que explique e nem poeta que tente dizer.

Só sei que parece que sangra. E a cada passo que se dá a mais, parece que tá errado, tudo errado! Que raiva, que raiva de mim mesma.