Estou encontrando…

Acordei assim, com vontade de escrever hoje, não neste lugar, nem mesmo nesta cadeira, mas a vontade veio e “cá” estou eu, escrevendo as primeiras palavras que vêem na minha cabeça.

Me lembrei de muitas coisas hoje. Me lembrei de como já estamos em Maio, e falta pouco para a metade do ano chegar, e me pergunto o que eu vivi. Se passaram cinco meses, mas para mim parece que não se passaram nada. Me perguntei o que é o passado,  e no momento eu o descreveria como uma folha de papel em branco. Dói pensar que os minutos de agora, nunca serão mais os mesmos, e que novos minutos estão chegando, e eu nunca sei o certo onde estou, á qual tempo eu me encaixo.

Me lembrei que nos últimos meses eu mudei demais. Percebi que estou tentando encontrar um novo “eu”. Não exatamente, estou tentando encontrar o novo que sempre esteve dentro de mim, mas eu nunca soube torna-lo parte exatamente da minha vida, e estou tentando fazer isso agora. Descobri que quero usar botas, quero passar mais tempo ao ar livre, quero pescar e conhecer novos cavalos. Não quero mais ter vergonha (ou medo das reações das outras pessoas) do que realmente sou, do que gosto, e do que eu quero. O que de fato, sempre foi muito difícil para mim.

Me lembrei dos meus objetivos, os novos e os antigos. A construção de um blog profissional (ou mais ajeitado, apenas), da construção de um livro (confesso que após eu perder meu livro antigo, desanimei), a sonhada aprovação no vestibular (agora mais focada no Enem), o casamento dos meus sonhos e o cavalo novo. Não acho nada impossível, nunca acreditei, acredite. Só deixe um tempo pra lá. Talvez eu devesse ter dado um tempo para viver mais a vida, e ter esquecido um pouco do sonhos, que por  um momento poderiam estar me deixando um pouco fora de chão.

Conclui que eu devesse dar um tempo, mais um tempo na verdade, ou sei lá, eu devesse retomar, mais eu ainda estou encontrando, estou encontrando.

Franciele Miloch

 

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Diário Fitnes#1 Porque decidi eliminar peso

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Como dizia um amigo, peso não se perde, se elimina, porque tudo o que se perde, acha. Pois é. Pode até fazer sentido. Durante toda minha vida, eu já perdi e ganhei peso.  E também, já fui magra e gorda, nunca deu pra entender direito. Porém, ultimamente ando lendo muitas discussões sobre amar a si mesma, autoconfiança, baixa/alta estima, saúde, perca de peso, vida ftines e etc. As pessoas estão falando tanto sobre disso, que até eu parei pra pensar.

Eu espero que toda esta onda Fitnes não ultrapasse os limites. Não que isso seja de fato algo ruim, é uma coisa muito boa falar sobre isso, sobre saúde, ser bonita e se sentir amada e se amar. Porém, isso mexe com a cabeça das pessoas, que de certa forma, a teoria é só uma, mas a psicologia das pessoas são totalmente diferentes.

Eu até havia aceitado meu corpo. Eu aceito meu corpo, para falar a verdade. No entanto, me incomoda. Não dá pra dizer: EU AMO MEU CORPO, NÃO LIGO PARA O QUE PENSAM, EU SOU MUITO CONFIANTE. Esta é a mensagem que escuto pelas redes sociais. Não acho que é verdade. Eu posso me amar, ser auto confiante, ser feliz com meu corpo, porém não fechar os olhos pro espelho e pensar: SIM, SOU PERFEITA.

Meus braços me incomodam, e não encontro roupas. Acho feio? Não. Mas me incomoda. Preciso correr para pegar um ônibus, preciso treinar meus cavalos, preciso me vestir melhor, quero fazer boa pose em uma foto.. não é sempre que dá. Para falar a verdade, quase nunca dá. Era bom. Eu me sentia satisfeita e feliz. No entanto, eu estava omitindo umas coisas. Eu omitia a realidade, e é sobre isso que vou falar agora.

A realidade, é que nunca irei poder vestir as roupas que eu quero. Adoro vestidos, mas não gosto de mostrar minhas pernas grossas. Adoro meu rosto, mas a papinha do pescoço deixa as fotos estranhas, gosto de uma roupa na loja, e não tem meu numero. Sei que um dia poderei ficar doente, sinto que ao correr, meu corpo é fraco e menos propicio a vencer em uma guerra. Estas são realidades, e mesmo que você não se importe com elas, elas existem. È como ignorar a chuva, mas de qualquer forma ela vai te molhar.

Foi por isso que eu comecei meu diário Fitnes. Eu odeio esse titulo, mas ele faz eu me sentir bem. Mesmo que eu tenha escrito um monte de asneira aí em cima, acho que agora posso dizer sobre minha trajetória. Já faz uma semana que estou nesta “vibe”. Para começar, estou fazendo Jump, em casa, e isto está me fazendo muito bem. Eu escolhi o jump porque não é chato. E as horas passam rápido. Toca musicas que eu gosto e que me dão adrenalina. Isso me fortalece e não me deixa desistir.

Esperem pelos próximos capítulos.

Tchau!

As criticas ás pessoas da internet, questões de opiniões

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As opiniões das pessoas, cruzam-se entre si como um emaranhado de teias de aranha. As criticas ás pessoas da internet, o cuspe da Viih tube, até onde tudo isso vai parar.

Definitivamente, não se escolhe muito os fatos. As pessoas, vêem se tornando detalhes, que muitas vezes fazem dela, problemas maiores, mesmo que de certa forma não signifique nada. O cuspe da Viih Tube no gato, o garoto que condena outras pessoas pela cor, pelo sexo, tudo isso, pode ser aterrorizante, criticado pelas pessoas de forma cruel e intolerante. Não se pode “passar a mão na cabeça destas pessoas”, diz quase todos. Qual o problema? O que deve ser feito?

Não dá, pra contar nos dedos, os tantos e meros detalhes bobos que as pessoas cometem, que virão debate para todo mundo. Quantas vezes dentro da minha familia, parentes e amigos, sofrem com criticas, pelo fato de terem feito algo de errado, cruel, insignificante e desnecessários para as outras pessoas. Porque que para muitos matar uma vaca para ser comida é um crime, e para outros, só é questão de cadeia alimentar?

È equivalente pensar que, para algumas pessoas “cuspir” na boca de um gato, é um problemão. E para outros, é só uma brincadeira. Como entrar em um acordo, onde pessoas pensam de determina maneira, onde na qual, juntas em um amontoado de opiniões sinceras de um mesmo grupo, se tornam um só, e defendem uma ideia até o fim. Como se, opiniões fossem/devem/exigem que sejam iguais e perfeitas. Quando será á vez, que as pessoas entenderam que pessoas, são pessoas. Não se custa, uma morte, pensar que pessoas são seres figurados do planeta terra, tão importantes quanto a hemoglobina, e que mais que um terço desta população, tendem a “preguiçar” á pensar, aceitar, opiniões alheias.

Nunca haverá um bom senso.

A minha opinião? Foi errado. Como encaixar a minha opinião, na opinião de quem aceita? Não precisa, não consta, não é necessário. Cada um tem a sua.

 

Resenha de CADERNO DE UM AUSENTE do autor João Anzanello Carrascoza

Olá!

Como você está? Caderno de um Ausente é um livro que termino de ler e com muita alegria que trago está resenha para vocês. Após a leitura de Dias raros (resenha aqui), um livro de contos de João,  que me apaixonei perdidamente por este autor. Sabe, é muito difícil encontrar alguém que consegue escrever uma narrativa poética, tão bem como ele. Eu me sinto como se lesse um poema, em forma de parágrafos, de maneira que consigo compreender totalmente o que João quer dizer com suas palavras.

caderno_de_um_ausente_1400263313bNeste livro, João conta a história de sua filha, Bianca, desde seu nascimento até á uns 2 anos, aproximadamente. Ele escreve para ela. Como se algum dia {que aparentemente realmente acontecerá}, ela fosse ler. Ele diz muitas coisas para ela, sobre como a vida vai lhe dar boas lições, sobre o silêncio como a língua primitiva das palavras, e também  da primeira vez de Bia, e muitas outras coisas. A todo momento, João retoma a chamar por ela, como se realmente, estivesse conversando com ela, ou como se fosse uma carta, escrita especialmente e exclusivamente para Bianca.

Outra coisa fundamental neste livro e que tornou o livro ainda mais especial, foi como ele foi impresso. A sua versão mini, o tom de cor do livro, as linhas incompletas de palavras, porém completas com uma linha branca, torna o livro único. Sem dizer, que não  há parágrafos, que para mim, foi como se cada trecho seguido, travado com mais uma linha branca, fosse uma estrofe de um poema. Muitas vezes terminados com virgulas, e com trechos que não se iniciavam com letras maiúsculas. Nunca vi nada igual.

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Com certeza, que com este livro, mais o livro Dias raros que eu li, me tornei fã de João, inclusive pela sua escrita única e exclusiva, que além dos do contéudo dos seus livros, também são impressos de maneira diferente. Estou muito feliz por conhece-lo, e recomendo para você também, conhecer um pouco de seu trabalho.

Até mais.

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Leia também:
O sonho, não pode ser, só um sonho
Lendo histórias no Wattpad: (Des)encontros de Isabela Massadar
RESENHA: Muito mais que 5inco minutos de Kéfera Buchmann

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O sonho, não pode ser, só um sonho

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Foi quando, na manhã de segunda-feira de outubro, fui realizar uma entrevista, na avenida próximo ao bosque, na qual chego trinta menos adiantado, e decido esperar no carro. Quando, a moça da recepção chama, eu e mais cinco pessoas para entrar na sala, o silêncio se torna nossa primeira companhia, até a entrada animada e simpática do palestrante. Algo me entristece, cinco pessoas e um palestrante. Pareceu animado e confiante. Começou a falar sobre o dono da empresa. Homem rico, mora em Orlando, bilionário, dono de uma grande empresa. Este, agora, prova para o seu próprio pai, o que o pai á á vinte anos atrás, descordava da escolha do filho. Deu certo, e agora o pai é orgulhoso do que o filho conquistara.

E, o emprego?

Sonhar não é o bastante, para o palestrante. Ele começa a contar sobre sua história. Entrou na empresa não querendo nada. Cresceu demais. Agora, é mais do que um simples funcionário. È dono de mais de uma filial e se orgulha disso. Pergunta para as pessoas, questiona-as, qual o seu sonho? Sonhar é uma coisa, realizar é outra, dizia ele. Viver em um sonho, e não torna-lo realidade, é só um sonho. Então, faz o possível de si para nos convencer, e parecia que para mais alguém, com muitos exemplos e histórias de vidas, que o sonho pode ser possível. Só basta realizar. Com isso, começa á dar exemplos de empreendedores que deram a volta por cima, e agora são muito bem sucedidos.

Mas, sobre o que é o emprego?

Chega ao ponto que aquele emprego, não é um emprego. È um programa. Que vai mudar minha vida. Não transformar, vai mudar, completamente. Mas antes disso, você tem que ter um sonho, e querer realiza-lo. Não é só querer ser uma coisa, e deixar a coisa acontecer sozinha. È fazer realizar, é fazer ser verdade. Então, ele diz que aquele programa, é isso. È um sonho á ser realizado ali, e agora. È como “criar” um sonho, que vai se tornar realidade. È fazer aquilo, ser tudo o que alguém queria. Ele plantou um sonho, e agora dizia, que poderia se tornar realidade. 

Mas antes, questionou quem já tinha um, para aqueles que estava ali presentes. A moça que queria ser fisioterapeuta, e depois o rapaz que queria fazer Direito, e depois a outra moça, que estava fazendo engenharia mecânica. Então, ele perguntou: é isso que você quer? Para cada uma daquelas pessoas. Parecia que sim, até certo ponto. Ele explicou que não queria aquele tipo de perfil. Queria pessoas, que construíssem carreiras ali dentro, que tivessem a total disponibilidade para o trabalho, e para a mudança “incrível” que a aquela empresa proporcionaria.

Com isso, de repente, aquele era o novo sonho das pessoas daquela sala. Todos desfizeram dos sonhos antigos. Do curso de direito, do curto de engenharia? Talvez não mais. Talvez eu queira ser um empreendedor de sucesso agora, quero ter sucesso, quero me realizar. Quando o palestrante entregou a pergunta menos esperada daquela manhã, as respostas me surpreenderam. Você acha que se encaixa neste perfil? Elas começaram a falar sobre como aquele plano de carreira seria incrível, como se esforçariam para se tornarem cada vez maiores naquela empresa. Eu olhei nos olhos deles. Não entendi. Onde parou, o sonho de estudar? Onde se foi, os seus outros sonhos? Não existiam mais, ou enganavam a si mesmos.

Quando o palestrante, me olhou e me dirigiu a pergunta, após todos darem suas respostas positivas, eu olhei para ele e não restavam duvidas da minha negação. Eu disse que entendia perfeitamente, qual o perfil que ele procurava. Porém, eu disse que não me encaixava. Como eu poderia, abrir mão de todos os meus sonhos, tudo o que eu já venho batalhando para se tornar realidade, para trabalhar em uma empresa que nunca coube nos meus planos? Não era uma área que eu amava, não era aonde eu gostaria de estar. Não era algo que eu precisava no momento. Eu só precisa de um emprego temporário, só isso.

Pareceu surpreso, é claro. Dentro de uma sala com mais cinco candidatos que lhe disseram sim, na qual, que inacreditavelmente enganando á si mesmos, desesperados pela vaga, e desesperados para convencer o pobre palestrante, capazes de desistirem dos seus sonhos, para se dedicar á aquele. Então, ele abriu a porta para mim, e eu saí. Entrei no carro, e me senti incrivelmente desconfortável.

Quem é a garota, que sabe tanto, o que quer? 

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Leia também:
O que os livros, podem significar na sua vida?
Ser feliz, é amar?Ser feliz, é amar?
Resumo mensal de setembro/2016

Você é masoquista?

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Descobri recentemente o que significa esta palavra: masoquista. Quando ouvi-a pela primeira vez, pela boca da minha sogra, dizendo “ela é masoquista”! Eu me perguntei: o que é ser masoquista? Quando cheguei em casa, eu pesquisei no Google, li a definição e algumas matérias sobre o assunto. Me encaixei no palavreado, eu era, e ainda luto, pelo problema masoquista. Descobri o nome do problema que eu lutei por muito tempo.

Segundo nosso querido Wikipedia, ser Masoquista é: uma tendência ou prática parafílica, pela qual uma pessoa busca prazer ao sentir dor ou imaginar que a sente. Em um sentido extenso pode-se considerar como masoquismo também a forma de prazer com a humilhação verbal. Ou seja: o prazer pelo doloroso. Gostar de sofrer, querer a dor, gostar de vivencia-la, as vezes até procura-la. Onde eu me encaixo nisto? 

Durante toda minha adolescência, eu sofri com a Depressão, e uma das coisas que me ajudou a me livrar dela, foi me dar conta, que eu gostava de sofrer. Foi muito complicado. Porque eu demorei pra perceber que o problema era este. Eu gostava de me sentir mal, melancólica, triste, e eu adorava chorar. Porém, não é algo que se deve gostar. Sério. Isto é um mal. Sabe aquele mal? Que é gostoso, e da um prazerzinho? Mais é mal, não é? Então é mal. Vai dar merda. 

È complicado entender isto, até que não se entenda de fato que a felicidade é melhor ainda. Muitas pessoas se pergunta o porque desta coisa toda. A resposta, é que quando estamos doentes, sofrendo por qualquer coisa {lembrando que não se cabe a só a depressão} cabe também a pessoas que são traídas {e gostam de sofrer por isso}, que apanham, que bebem e fumam {gostam de se verem sendo destruídas por uma droga}, baixa autoestima, odeia a si mesmo, odeia o outro, desprezo, desgosto, e até pessoas que procuram brigas em um relacionamento para se sentirem maus por algo. São pessoas que se adapta e se sentem confortavelmente “bem” {se engana que está tudo bem} gosta daquilo, e não sabe {não quer} deixar de viver tal coisa. Entendem?

Quando eu era depressiva, uma das coisas que eu perguntava para mim mesma {e eu via  isso nos meus textos} era: como é a felicidade? E quando eu me lembrei disto, eu encontrei a resposta do porque as pessoas serem masoquistas. Para mim, deixar de ser masoquista, e acreditar na felicidade, na existência de algo muito melhor do que eu vivia, foi como encontrar a vela quando a energia acaba. Eu não sabia como era, não me lembrava como era ser feliz. Eu duvidada que era tão boa quanto a dor. As pessoas desacreditam no melhor, por isso se confortam com o que já tem, o sofrimento.

Eu consegui acreditar na felicidade, observando as pessoas. Eu tive certeza que ser feliz era bom, e que valia a pena lutar por ela, porque eu via as pessoas rindo, dizendo coisas bonitas as pessoas, coisas que eu não entendia. Então, eu agarrei com toda as minhas forças, o desejo de ser feliz também, demorou muito? Vocês nem imaginam quanto. Não foram meses, foram anos. Muitas recaídas, porem eu sempre me reerguia, mesmo que em momentos complicados.

Ser masoquista, não é uma besteira. È automático. Isto acontece naturalmente, as vezes, nosso cérebro é apetitoso nas suas habilidades, por isso, que precisamos desafia-lo. Se alguém, que leu este texto,  se sente masoquista, pense sobre isto. Por incrível que pareça, o melhor meio de descobrir o melhor, deixar de ser masoquista,  é pensando sobre ela. Porque eu me sinto assim? Porque eu gosto de sofrer? Tente encontrar o lado bom, o lado luminoso das coisas, e não o lado obscuro. Eu sei que você consegue.

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Vocês querem que eu fale mais sobre Depressão? Se sim, deixe seu comentário pra mim saber <3′ Um beijo!

Leia também:
Coisas que eu aprendi na minha infância…
Resumo mensal: agosto/2016
Você se sente julgado diferente das outras pessoas?

 

Lançamentos mês de agosto/2016

Olá!

Os lançamentos deste mês estão a coisa mais linda! Eu vou falar a verdade, eu já estava um pouco atordoada dos livros de Youtubers do mês passado {haha} . Eram tantos, mas tantos, que eu cheguei a gritar: CHEEEGAA! Este mês só temos o lançamento do livro do Gustavo (namorado da Kefera) e mais alguns outros, e por incrível que pareça, pareceu bem interessante (mesmo que ele – o Gustavo – transpareça que não leva nenhum jeito para escrever) estou muito ansiosa para conhecer. Vamos a lista:lan

Eu não conhecia a Larissa até o lançamento deste livro ma-ra-vi-lho-so! Amor Plus Size {1} conta a historia de uma garota que tem mais de cem quilos e vive a vida resumida a isso: ao peso excessivo. Eu nunca li algo nada parecido com isso, então eu achei uma proposta nova e diferente. Quero muito ler. O segundo livro é Caixão fechado {2} da Agatha Christie, que eu achei merecedor estar neste lista por ela ser um das autoras mais lidas do mundo, mesmo sendo publicado por segundos, deve ser uma historia surpreendente como todos os outros livros dela.

Primeira Estórias {3}, chamou minha atenção pelo autor: Guimarães Rosa. Eu quero muito ler os livros deste homem porque eu estudei ele para o vestibular  e me pareceu muito bom. O {4} George, me chamou atenção pela esta capa, parecida com o letreiro Google {o que a capa não traduz do livro, não é mesmo?} e por isso achei justo  ele estar na lista dos lançamentos. Só que quando eu li a sinopse, fiquei ainda mais surpresa com o livro. George é um menino com o corpo de uma menina! Me lembrou muito um programa  que eu assisto na TLC. De uma menina que tem corpo de menino. Com isso, eu fiquei fascinada com as dificuldades que ela passava, como ela assumi isto sem vergonha, sem se achar diferente de ninguém. Este livro com certeza terei que ler.

O livro Biblioteca de Almas {5} é a continuação de trilogia O lar da srta. Peregrine  e merece destaque. Eu não li nenhum ainda, mas a historia parecer ser ótima. O sexto livro é o Os dois terríveis {6}, que conta a historia de dois irmãos (e parece que agora com a ajuda de um ajudante) para acabar com vilões, parece ser muito divertido e engraçado.

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Olha ele aí de novo com o livro Ilustre poesia {7}, o autor Pedro Gabriel. Vocês acreditam que eu ainda não tenho o primeiro livro  Me chamo Antonio? Gente, eu sou muito fã deste cara! Ainda mais com este livro de poesias! O mais incrível, é a historia dele: começar a escrever frases em um guardanapo, e virar um sucesso, sou muito fã. Melancia {8} é o novo livro da Marian Keyes, que continua lançando livros que fazem o mais sucesso <3′ Eu não sou TÃO fã dela assim, mas eu admiro muito o seu trabalho, tenho certeza que este livro irá fazer muito sucesso também!

Maju Trindade é uma garota que eu já ouvi falar muito, mas que eu nunca havia pesquisado ou tido a curiosidade de saber o que ela faz da vida. Após o lançamento deste livro Maju {9} que é uma biografia da sua vida, descobri que ela é Youtuber que inicio seu trabalho no Instagram, ela é muito bonita, né? O Décimo livro é o da Pam Gonçalves que na minha opinião é o mais esperado por mim! Eu acompanhei a Pam desde quando ela tinha o blog, e foi ela quem fez um Layout pra mim no blog anterior a este! Ela é muito simpática e admirável. Agora ela só tem canal no Youtube, o que me deixa muito triste, porque eu adorava ler o que ela escrevia no seu blog, mas o seu livro esta aí, o Boa noite {10}, que tenho certeza que é um ótimo livro, porque a Pam lê demais! Lê muito, muito, muito e como todo mundo sabe, quem lê muito, escreve muito bem <3′ Quero muito ler!

O Livro do Gustavo, O Diario Secreto {11} já esta nas bancas, e esta fazendo a cabecinha das fãs. Eu adoro o trabalho dele, as suas filmagens e os videos no youtube, mas posso ser sincera? Eu preciso ver este livro para saber. Eu não gosto muito da sua personalidade, mesmo que muito engraçado e  espontâneo. Preciso mudar muito esta minha concepção sobre ele, por isso quero ler este livro, para conhece-lo melhor e criar uma imagem um pouco mais positiva. E nada mais nada menos, do que o novo livro da Kefera Tá gravando. E agora? {12} que segundo ela é um livro para quem quer ser Youtubers, dando dicas e contando dua trajetória com o canal, como tudo começou e como conseguiu fazer o canal ser um sucesso.

Bom gente, é isso. Estes foram os lançamentos que eu separei para vocês deste mês, foram os que mais achei interessante para postar, e eu espero que tenham gostado. Deixe aqui nos comentários, qual o livro que vocês mais querem ler, e qual o que vocês não querem ler, mesmo! Um beijo e até amanhã {não esquece que ta tendo post todo dia!} Até! 😉

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Leia também: Lançamentos mês de julho/2016

Desejados mês de fevereiro+ alguns lançamentos

Meus novos livros na estante

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DIY: Prateleira/estante utilizando a parte de uma geladeira #FaçaDiferente

Olá!

Está foi uma proposta do grupo QG BLOGUEIROS, para os blogueiros (as) escrever coisas diferentes aqui no blog. Nunca fiz nenhuma DIY por aqui, não é o meu foco aqui no blog, e não levo muito jeito também. Porém, esta semana, eu fiz uma prateleira/estante no meu quarto com uma parte de uma geladeira velha que tinha aqui em casa. Além de ser muito fácil de ter os matérias, não deu quase nenhum trabalho “difícil” . Como quase todo mundo tem uma geladeira que não funciona mais em casa (ou até mesmo no ferro-velho, na rua, você pode encontrar) pode ser uma ideia simples e diferente que qualquer um pode fazer.
Basicamente eu usei a parte da porta da geladeira, do lado de dentro.

  • Na minha geladeira, tinha uns parafusos que segurava esta parte, então só foi desaparafusar com uma chave de fenda. Depois eu cortei uma parte grande e feia que tinha em baixo com uma serrinha e lavei.
  • Comprei uma tinta vermelha para pinta-la em uma loja de casas aqui na minha cidade, e custou R$ 26,00 reais um Spray de tinta. Tinha várias cores, amarelo, rosa, verde, azul, qualquer um fica bonito.
  • Após pintar, eu pendurei na parede com dois pregos (porque minha casa é de madeira), caso sua casa seja de material você deverá parafusar antes. Eu simplesmente encaixei os pregos no furinhos que já vêem na geladeira.

E o resultado é este:

Dá pra usar em qualquer lugar. Na cozinha para pendura temperos, no banheiro, no escritório para colocar livros, e até no quintal para colocar vasinhos de flores ou cactos, fica uma gracinha. No fim, ficou algo muito dinâmico e fácil de fazer. Deu um “up” na aparencia do meu quarto.

Espero que tenham gostado! Um beijo!

FaçaDiferente

Cidade-mundo

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Após a leitura do conto Além dos trilhos  do livro Dias raros  {resenha aqui} do autor João Anzanello, algumas coisas passaram pela minha cabeça. A garota pela qual sonhava com a ideia de atravessar os trilhos, conhecer a cidade grande, conhecer tudo o que nitidamente parecia nunca ter se envolvido tanto, não é algo que eu consiga compreender. Me lembrei da minha infância. Da melhor vida que talvez eu não mais pudesse ter. Nunca imaginei que tudo o que eu mais gostava poderia voltar pra mim, e tudo em dobro.

È assim que eu me sinto quando me lembro do passado. Minha infância não foi uma das melhores, mas eu não imagino outra tão perfeita quanto. Eu adorava o lugar, o sitio em que eu, meus pais e meu irmão morávamos. Envoltos de café e pasto. Tinha a horta da minha mãe, tinha galinhas, e me lembro da primeira vez que eu tentei pegar uma minhoca na mão. A escola era na vila. Me lembro que ir para cidade, era algo que acontecia com pouca frequência, mas me lembro de algumas partes dela. Por exemplo o mercado Bernadão, o hospital e a avenida principal.

Ir para a cidade para mim, não foi o que era a cidade para a menina do conto. Não era um lugar que eu pensava que eu iria me encontrar nela. Parecia que ela iria me puxar, me sugar e depois me mastigar e cuspir pelos cantos. Foi assim que me senti, e por muito tempo, custou para que eu entendesse que ela poderia ser cruel, mas que bastava eu tentar me moldar de acordo com suas exigências, o que na maioria das vezes, eu não era capaz de atingi-las. Por isso, eu me sentia como uma esponja. Eu absorvia, mas logo as coisas vazavam. Eu não sei se o motivo dos meus problemas e angustias, faziam parte desta tristeza. Possa até ser, mas eu não garanto muito. Me adaptar aos costumes, aos novos colegas e na vida social de uma cidade-mundo não foi algo que ninguém me ensinou, e eu só tive que aprender sozinha. Eu tentei muitas vezes, juro que tentei, encontrar receitas ou formulas para eu seguir ou tentar pelo menos me adaptar, mas não encontrei. Agora acho, que nunca existiram. Acho, que nunca ninguém vai se importar em criar uma.

Acho que até poderia ser real. Diferente do meu irmão, a cidade para mim era um problema, que com muita dedicação e esforço eu posso tentar agora, com a cabeça de hoje, me adaptar ao ritmo grosseiro. Não é algo que eu sonhe, como a menina por trás dos trilhos. Não consigo imaginar a cidade como algo bom e belo de se conhecer. Pode ser bonito, pode ser importante. Mas não é algo que o mundo realmente precise. Acho que é algo que precisava ser planejado. E não tornar a cidade um inimigo para o planeta. Um raio que caí e desmorona á todo momento. Acho que não é muito justo.

No momento de hoje, posso dizer que temos um acordo. Somos amigas, ela precisa de mim e eu preciso dela. Gostaria que ela fosse diferente, talvez mais arborizada, sem muita aglomeração e um pouco mais planejada. Não é o bastante. Para fala a verdade, acho ainda que ninguém se importa. Eu sou só mais um usuário, que não liga e nem se pergunta, o porque da cidade ser o que ela é hoje.

Só acho que ela poderia ser diferente, só acho.

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Leia também: Ela não se casou

Dói demais

Sobre se amar mais, acima de tudo

RESENHA: Dias raros de João Anzanello {DESAFIO LITERATURA BRASILEIRA 5/100}

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João Anzanello Carrascoza escreveu o livro de contos Dias raros, em um dia nem um pouco animado para sua vida, eu imagino. Ou ao contrário, um dia bem raro para ele também. Não é qualquer autor, é o João, que escreve sobre Dias raros para muitas pessoas. Para um garoto que nunca foi a cidade, no conto “Cidade-mundo”, para a menina que perde a mãe com uma doença grave no conto “Chamada”, para o menino que realiza o sonho de viajar com o pai de caminhão no conto “Balança”, e para o homem que descobre ter uma doença sem cura no conto “Dor futura”, por exemplo.

Todos são dias raros, e eu pensei: qual foi ou foram os meus dias raros? O livro despertou muitas coisas em mim, me peguei pensando em alguns dias da minha vida que eu me senti, em um dia raro. Não sei se é possível tirar conclusões tão facies assim.

O autor escreve os contos com muita sutileza. Parece tão real. A realidade é muito real no conto. Parece que o autor estava sentado na calçada de sua casa, tentando escrever a vida de alguém. São sonhos e tragedias tão frequentes, tão presenciais na vida, que eu me senti lendo historias de pessoas que eu já conhecia. Pessoas que sofrem com a morte de alguém, os sonhos de crianças e muitas outras coisas.

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O conto que eu mais gostei foi o da “Rosa deserta” e o “Cidade-mundo”. O primeiro eu gostei tanto devido a maneira como o autor descreve o que sente e o que deseja viver com a mulher que observou em um bar. Ele começa a fazer devaneios, imaginar uma vida com ela, o que falaria para ela, e quais as palavras que mais a descreveria. Mas é algo que não acontece.

No conto “Cidade-mundo” o garoto conhece a cidade grande, fica maravilhado com os prédios, com as pessoas, com tudo. Me lembrei dos meus tempos, quando meus pais vieram embora para Maringá trazendo eu e meu irmão. A cidade pra mim também era uma cidade-mundo. Mas não era algo gratificante pra mim. Eu não gostava dela, e até hoje tenho dificuldades em sentir algo prospero por ela.

Além disso, João escreve de uma forma muito poética. A poesia está na sua narração, colocando o leitor em uma aventura poética e atrás dela uma narrativa surpreendente. Eu pretendo com certeza ler mais livro do João. Infelizmente, eu não consegui achar muitas coisas sobre ele. Mas encontrei muitos outros livros que escreveu, como Eu sou favela e Aquela água toda. Tenho certeza que ele gosta de falar sobre coisas da vida, coisas simples, do cotidiano, no qual cada palavra sua faz você se lembrar de um pedacinho da vida.

Espero que tenham gostado. Leiam também as outras resenhas do DESAFIO DA LITERATURA BRASILEIRA:

 Desafio literatura brasileira {4/100}: Memórias Póstumas de Brás Cubas de Machado de Assis

Desafio literatura brasileira [3/100]: Dois irmãos de Milton Hatum

Desafio literatura brasileira {2/100} Sermões do Padre Antônio Vieira

Desafio literatura brasileira {1/100}: O Rei da Vela, Oswald de Andrade

Até mais!

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