RESENHA: Dias raros de João Anzanello {DESAFIO LITERATURA BRASILEIRA 5/100}

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João Anzanello Carrascoza escreveu o livro de contos Dias raros, em um dia nem um pouco animado para sua vida, eu imagino. Ou ao contrário, um dia bem raro para ele também. Não é qualquer autor, é o João, que escreve sobre Dias raros para muitas pessoas. Para um garoto que nunca foi a cidade, no conto “Cidade-mundo”, para a menina que perde a mãe com uma doença grave no conto “Chamada”, para o menino que realiza o sonho de viajar com o pai de caminhão no conto “Balança”, e para o homem que descobre ter uma doença sem cura no conto “Dor futura”, por exemplo.

Todos são dias raros, e eu pensei: qual foi ou foram os meus dias raros? O livro despertou muitas coisas em mim, me peguei pensando em alguns dias da minha vida que eu me senti, em um dia raro. Não sei se é possível tirar conclusões tão facies assim.

O autor escreve os contos com muita sutileza. Parece tão real. A realidade é muito real no conto. Parece que o autor estava sentado na calçada de sua casa, tentando escrever a vida de alguém. São sonhos e tragedias tão frequentes, tão presenciais na vida, que eu me senti lendo historias de pessoas que eu já conhecia. Pessoas que sofrem com a morte de alguém, os sonhos de crianças e muitas outras coisas.

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O conto que eu mais gostei foi o da “Rosa deserta” e o “Cidade-mundo”. O primeiro eu gostei tanto devido a maneira como o autor descreve o que sente e o que deseja viver com a mulher que observou em um bar. Ele começa a fazer devaneios, imaginar uma vida com ela, o que falaria para ela, e quais as palavras que mais a descreveria. Mas é algo que não acontece.

No conto “Cidade-mundo” o garoto conhece a cidade grande, fica maravilhado com os prédios, com as pessoas, com tudo. Me lembrei dos meus tempos, quando meus pais vieram embora para Maringá trazendo eu e meu irmão. A cidade pra mim também era uma cidade-mundo. Mas não era algo gratificante pra mim. Eu não gostava dela, e até hoje tenho dificuldades em sentir algo prospero por ela.

Além disso, João escreve de uma forma muito poética. A poesia está na sua narração, colocando o leitor em uma aventura poética e atrás dela uma narrativa surpreendente. Eu pretendo com certeza ler mais livro do João. Infelizmente, eu não consegui achar muitas coisas sobre ele. Mas encontrei muitos outros livros que escreveu, como Eu sou favela e Aquela água toda. Tenho certeza que ele gosta de falar sobre coisas da vida, coisas simples, do cotidiano, no qual cada palavra sua faz você se lembrar de um pedacinho da vida.

Espero que tenham gostado. Leiam também as outras resenhas do DESAFIO DA LITERATURA BRASILEIRA:

 Desafio literatura brasileira {4/100}: Memórias Póstumas de Brás Cubas de Machado de Assis

Desafio literatura brasileira [3/100]: Dois irmãos de Milton Hatum

Desafio literatura brasileira {2/100} Sermões do Padre Antônio Vieira

Desafio literatura brasileira {1/100}: O Rei da Vela, Oswald de Andrade

Até mais!

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RESENHA: Cartas de amor aos mortos de Ava Dellaira

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Ler Cartas de amor para os mortos para mim, foi mais que uma leitura, foi uma transformação. Eu nunca estive tão perto da morte, serio, nun-ca es-ti-ve. Este livro, não conta só a trajetória da Laurel, a personagem que perdeu sua querida irmã, Amy, mas também conta tudo o que vem passando, a historia com seu namorado Sky, sua mãe que a abandonou e suas novas melhores amigas.

Laurel perdeu a sua irmã a muito pouco tempo, e ainda esta aprendendo a lidar com isso. Ela era sua maior ídola.  Achava-a perfeita e queria ser como ela, e este foi o maior erro de Laurel. Isto fazia, com o que ela quisesse ser do mesmo jeito, da forma que agia e se vestia de Amy. Sofre muito com isso. Seu namorado a Sky, ajuda ela a se recompor, mas também é muito difícil para ele ajuda-la. Mas ela consegue, sempre consegue.

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O livro retrata muitos temas atuais, como assedio sexual, agressão a mulheres, drogas e homossexualidade. Além de todo a narrativa comovente e cativante, ainda está lá, temas que traz conteúdos diferenciados, tornando-a mais rica. Laurel sabe muito bem lidar com estas coisas, se colocando em posição perfeita, transmitindo uma bela mensagem aos leitores.

 Quem diria que misturar tudo isto, mais a morte, abandono de uma mãe e um romance, daria muito certo. Mais que isso, ficou ótimo. A linguagem é perfeita, aos destinários das cartas são perfeitos também, pessoas famosas, cantores, atores e mais. Descobri historias de pessoas que eu não conhecia, nas quais morreram drasticamente, e como Laurel consegue associar isto a vida, faz uma reflexão, e consegue tornar as coisas significativas. Se questiona o porque da morte delas, porque morreram de tal forma e porque não pensaram antes da coisa toda acontecer. A autora, consegue fazer uma percepção de tudo isso, que eu jamais vi antes.

De inicio, eu confesso que a obsessão da autora de falar tanto da morte de Amy, e como para Laurel isto afetava na sua vida, tornou para mim um pouco cansativo, e me dando um certo enjoo. Porem, com o decorrer da historia, entendi de fato o porque de tudo aquilo, e por incrível que pareça, as peças começam a se encaixar. Além disso, a tradução contém erros, na verdade encontrei vários, o que de certa forma, traz um pouco de desiquilíbrio. Porque quando você está totalmente focado na historia, e de repente, alguma coisa errada na leitura dá um “BAAAH”! E daí você pensa: será que é isto mesmo? E você percebe que sim, que esta errado mesmo, porque depois você encontra outros. Mas estas é uma das desvantagens de se ler um livro traduzido.

Outra coisa: VAI TER FILME! Uhuuul, segue a fonte: sobresagas.com

Autora: Ava Dellaira

Site: avadellaira.com

Onde comprar: SaraivaLivraria CulturaSubmarino

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Leia também as resenhas: Resenha: O Substituto de David Nicholls    Resenha: Extraordinário de R.J Palacio    Resenha: Cidade de papel, John Green

 

Personagem Laurel do livro Cartas de amor aos mortos – Superação da morte e da baixa autoestima

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A morte pode significar muitas coisas para as pessoas. Eu nunca vivenciei uma de fato, não sei como irei me sentir e reagir diante dela. Mas acredito que cada um reage da sua maneira. Já observei isto nas pessoas, mas nunca sei o que passam na sua cabeça, se estão pensando na morte, no futuro, na superação do que aconteceu, quem é que sabe?

Porém, no livro de Ava Dellaira, Cartas de amor aos mortos, a personagem Laurel escreve sua trajetória na escola, na vida pessoal e nos relacionamentos amorosos, após a morte de sua irmã Amy. È difícil ler um livro, onde a morte está tão presente. Amy ainda sofre muito com a morte da irmã, se sente culpada,  e é difícil para ela ainda tentar entender o que foi que a morte representou na vida dela. Ela conta tudo. Conta como tenta superar, ou como não consegue fazer isso.

Claro que para Laurel, seguir a diante com a morte da irmã trouxe muitos desafios. Como por exemplo se apaixonar de novo, fazer novos amigos e tentar compreender o porque que isso trouxe tantas mudanças na família, na separação dos seus pais e no abandono da mãe. Sinto as vezes, que Laurel ficou perdida, não sabia que de fato, além da morte de Amy, seria possível tudo em volta de si mudar junto, e ainda para pior. Foi uma surpresa.

Além disso, Laurel tem uma auto-estima muito baixa. Muito baixa mesmo. Vive se comparando a irmã, como queria ser como ela, bonita como ela, popular e espontânea como ela. Ela irá entender que ela não é Amy, e que precisa achar o seu próprio eu. Fiquei pensando, quantas pessoas existem assim no mundo? Constantemente queremos ser outras pessoas, ter o corpo mais legal, o cabelo mais bonito, a popularidade do outro. Tentar encontrar nos outros, o que queremos em nós. Isto não é certo. Isto não é justo com ninguém.

Tentar ser o que somos, ser do jeito que somos, sem achar que somos inferiores é um desafio diário. Sempre haverá alguém para admirar, achar especial, interessante e inteligente, porem nunca devem ser melhor que você. Ninguém é melhor que ninguém, disto eu tenho certeza. Não se pode criar um degrau, onde cada um ocupa o seu. Não existe está classificação, mesmo que o motivo dela existir, é porque você mesma a criou.

Laurel me ensinou muita coisa neste livro. Aprendi, mesmo com a maneira individual de Laurel, como a morte pode significar na vida das pessoas. Além disso, como ela pode ser superada, como é importante falar, conversar com as pessoas sobre o que sentimos, para que as pessoas saibam e digam algo que muitas vezes não percebemos.

Foi muito bom conhecer Laurel, conhecer seus pais, e sua irmã.

Resenha em breve aqui no blog. ;*

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Olá. O artigo que você leu é sobre a reflexão que eu faço dos personagens de um livro, o que eles me ensinaram, o que eles tentaram passar para os leitores, e como isto pode transformar um pouquinho a minha vida. Para ler mais artigos deste tipo, clique nos links:  Personagem Nora Grey,  O personagem totalmente sem noção, Quem é você, Stephen McQueen?

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Desafio literatura brasileira {1/100}: O Rei da Vela, Oswald de Andrade

qNunca ouvi falar, muito menos ouvi elogios, criticas sobre. Ler um teatro para mim foi uma experiência e tanto. Diferente e fascinante. Imaginar a cena como descreve no texto. As falas, e não diálogos. Ou sei lá o que pode se chamar isso. Não conheço, nunca me aventurei, não tenho mais títulos para mencionar. São livros, em forma de falas, como para se decorar um texto para novela, ou não? Com pequenas descrições no inicio de cada “ato” (cena) especificando o local, o ambiente.

O Rei da Vela, de Oswald de Andrade foi assim. Diferente de tudo do que eu já havia lido na vida. Sim. Se estou impressionada? Com certeza. Após algumas pesquisas, descobri que o livro de Oswald de Andrade renovou a época. A forma de como os escritores escreviam em 1922. Descobri mais ainda. Existe especulações no livro. Criticas a sociedade. Fala de homossexualismo, política, casamentos sob farsas, e muitos assuntos que sem uma pesquisa, não se percebe a critica que o livro traz.

O livro que conta a história de Abelardo e Abelardo II. Sócios, o casamento arranjado entre Abelardo e Heloísa de Lesbos. Seu irmão homossexual. O homem americano. As dividas. O Socialismo. Tudo contextualizado na sociedade em que se encontrava. Uma peça nada em comum. Que surpreende com os fatos. Abelardo que tem laços amistosos e estranhos com a sogra, com a tia de Heloísa. Um casamento realmente arranjado, por dinheiro.

Confesso que o contexto em si, não foi minha maior compreensão do livro em si. Mas como a audácia do autor em escrever coisas em pleno século XX, assuntos que são polêmicos para a época, foi o que me surpreendeu. Não sou nenhuma especialista em história, nada disso. No entanto a história é extraordinária e audaciosa.

oswald-andradeAlém do mais, me apaixonei pelo autor. Totalmente “louco” segundo sua biografia. Já se relacionou com muitas mulheres, paixões loucas, intensas. Um dos principais participantes da Semana da Arte Moderna de 1922.

O livro é divido em três atos (três cenas) no qual cada cena é um contexto diferente. Muito rápida a leitura, a linguagem não é tão formal como muitos pensam, por ser um livro brasileiro e antigo. No entanto um livro bem contextualizado e detalhado. Recomendo para quem quer se aventurar mais na literatura brasileira, que acabo de descobrir que é fantástica.

 

 

Resenha: O Substituto de David Nicholls

c2574c85e4c129bcb79628d8dd69f9ceSinopse: Para Josh Harper, ser ator significa ter dinheiro, fama, mulheres aos seus pés e o papel principal nos palcos de Londres. Para Stephen C. McQueen, trata-se de uma longa e desastrosa carreira como figurante. Stephen tem um nome que não ajuda (não, ele não é parente do famoso Steve McQueen), um agente pouco interessado, um relacionamento complicado com a ex-mulher e a filha e um trabalho como substituto de Josh Harper, o 12º Homem mais Sexy do Mundo. E, quando percebe que está apaixonado por Nora, a linda e inteligente esposa de Josh, sabe que as coisas podem ficar ainda mais difíceis para ele. Ou, quem sabe, essa não é justamente sua Grande Chance? Com personagens engraçados e diálogos irresistíveis, O substituto é uma comédia arrebatadora. (Link para mais informações e aonde comprar)

Resenha

Ola, querido leitor. Como foi o fim de ano? Bem, eu acredito que muito bom, muito bom meeeeeeesmo, né? Eu sei que já faz muito tempo que eu não trago uma resenha aqui, mas foi porque – como eu já havia dito antes – estou estudando para o cursinho. Como alguém também pode ter percebido, eu tinha escrito um post dizendo que eu iria fazer uma pausa aqui no blog, mas como podem perceber, eu não consigo, eu não consigo ficar sem escrever.

Bem, eu fiquei mais ou menos um mês enfiada neste livro – não por causa só dos estudos – mas também porque eu não gosto de deixar passar nenhum detalhe dos livros do David Nicholls. Sabe, os livros do David são muito, muito bem detalhados, sobre cenário, personagem.. e eu amo isso. Sem dizer que o livro além de meio “teatral” é uma comedia romântica, aliás muito gostosa de ler, e se você não prestar atenção, você não entende a piada. È bizarro. As piadas não são explicitas, fáceis do tipo que lê e já ri.

Basicamente, David conta a história do personagem Stephen C. McQueen, que na maior parte do seu livro, a sorte não anda contigo (aqui eu escrevi um post alguns dias atrás detalhadamente sobre ele) tem um casamento arruinado – onde a ex-esposa não acredita no que ele acredita ser, um ator bom no que faz – uma filha que tenta agrada-la sempre, um apartamento desastroso – horrível na verdade – e acima de tudo, um pouco pior, a sua relação com o famoso Josh Harper. Que mudará totalmente seu destino.

Stephen descobre que Josh está traindo a sua esposa, a querida Nora, que por incrível que pareça já nesta altura, Stephen e Nora são amigos, e gradativamente, ao longo do tempo, se tornam bons amigos. Com isso, Josh promete “parar” de trair Nora, e ele acredita, dando um credito a Josh, no entanto escondendo a verdade para Nora. Mas, Stephen já perdidamente apaixonado pela amiga, consegue de uma forma discreta, desvendar a verdade para toda a imprensa, e para Nora.

A partir de então as coisas começam a ficar confusas, e muitas coisas acontecem. O triste por fim, é que Stephen fica com Nora, mas não sabemos ainda que fim este homem vai ter. Pois termina desempregado, ainda no mesmo apartamento, e em uma das ultimas apresentação que fez  o que no inicio achou que iria  ser um sucesso – foi um desastre. David termina o livro, com Stephen disposto a mudar sua vida, talvez até mudar de profissão, pensou em mudar de apartamento, mudar totalmente a sua vida para melhor.

Eu, pessoalmente fiquei triste por Stephen não ter conseguido ser o que realmente queria: ser como Josh, famoso e ser reconhecido pelo talento que achava que tinha como ator. Mas no fim das contas as coisas continuam como estão, pois a sua última ação como ator também foi um desastre. Não se entende até onde o autor quis chegar com isso. Será que talvez alguns sonhos – aqueles que chegam longe demais – não devem ser muito levados á serio? Ou talvez, o autor so quis mostrar que na verdade no fundo Stephen só queria ser igual a Josh, e não apenas ele mesmo?

Enfim, para aqueles que são fãs de David Nicholls leiam este livro, pois confesso que no inicio eu fiquei um pouco constrangida e pensei que o livro iria ser uma droga, mas no fim das contas quando os acontecimentos começaram a desenrolar, a trama ficou impossível de ser abandonada e não admira-la.

Um grande abraço. (L)

Resenha: Extraordinário de R.J Palacio

Sinopse: O livro conta a história de Auggie, um menino que nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial. Em um manifesto em favor da gentileza, ele enfrenta uma missão nada fácil quando começa a frequentar a escola pela primeira vez: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.

Resenha: Extraordinário é aquele tipo de livro que faz você repensar suas atitudes quando se trata de amor ao próximo. Como bondade, gentileza e compaixão. Sabe, por incrível que pareça, as pessoas não se sentem ditas de fazer alguma coisa pelo próximo. E nesse livro se prova totalmente ao contrário.

August, o garoto que nasceu com defeitos no rosto, que segundo a autora, que tenta detalhar o melhor possível sua aparência, August é aquele tipo de pessoa que não dá pra se passar perto sem ser notado. Com o rosto terrivelmente “feio”, sua mãe decidi matricula-lo em uma escola. E é assim que a história começa se desenrolar…

No começo é uma tarefa difícil para ele, as crianças não estão habituadas á tal aparência. Ele sofre bullying, mas também faz muitos amigos fies, que as vezes no começo difícil, mas como as crianças mesmo dizem, depois de duas semanas elas acabam se acostumando com o rosto de August.

Essa história me fez lembrar quando eu também era criança. Logico que eu não tinha o rosto deformado igual o do August, mas eu tive um serio problemas com acnes (espinhas – as piores que se podem ter) e meus colegas de turma me “zuavam” muito com isso. È dolorido, mas passa.

Então este livro mexeu muito comigo. Mas ao mesmo tempo, este livro é um retrato fato de coragem. Porque quem teria coragem de ir para a escola sendo assim, tão diferente? Com medo de ofensas e comentários idiotas.

Não posso deixar de notar o valor da família neste livro. A família na verdade é o chão de quem sofre bullying. Se não fosse a família, os pais que estavam sempre presentes dispostos a mostrar para August, que ele poderia ser como qualquer outra pessoa do mundo. Que não só porque tem o rosto diferente, que não se pode estudar, ter amigos…

Eu com certeza recomendo este livro, porque além de engraçado e bem superficial de se ler, ele é autoconhecimento para a vida. A autora divide a trama em várias partes, onde cada pessoa que vive no mundo de August, diz um pouquinho sobre ele. Cada pessoa tem um olhar diferente sobre a sua aparência, trazendo assim diversas formas de encarar a realidade.

Leem esse livro! Este é aquele tipo de livro que eu colocaria em uma lista de livros que você não pode deixar de ler antes de morrer haha Espero que tenham gostado. Beijos

Onde comprar o livro: Submarino Saraiva  Americanas

Resenha Finale – Desfecho da série Hush Hush de Becca Fitzpatrick

SinopseNora e Patch pensavam que seus problemas tinham ficado para trás. Hank estava morto, e seu desejo de vingança não precisava ser levado adiante. Na ausência do Mão Negra, porém, Nora foi forçada a se tornar líder do exército nefilim, e era seu dever terminar o que o pai começara — o que, essencialmente, significava destruir a raça dos anjos caídos. Destruir Patch.
Nora nunca deixaria isso acontecer, então ela e Patch bolam um plano: os dois farão com que todo mundo acredite que não estão mais juntos, manipulando, dessa forma, seus respectivos grupos. Nora pretende convencer os nefilins de que a luta contra os anjos caídos é um erro, e Patch tentará descobrir tudo o que puder sobre o lado oposto. O objetivo deles é encerrar a guerra antes mesmo que ela venha a eclodir. Mas até mesmo os melhores planos podem dar errado.
Quando as linhas do combate são finalmente traçadas, Nora e Patch precisam encarar suas diferenças ancestrais e decidir entre ignorá-las ou deixá-las destruir o amor pelo qual sempre lutaram.

Resenha: 

Hey! Cá estou eu, trazendo mais esta resenha ma-ra-vi-lho-sa, que sério, já estou com saudades. Já estou com saudades da Nora, do Patch, da Vee, do Scott! Ahhh, meu Deus, todos eles me fizeram eu ser uma pessoa melhor, observei seus traços, suas melhores maneiras de viver á vida… e enfim, foi uma serie incrível para mim.

Eu sempre falo aqui eu sempre tento trazer coisas boas do livro para minha vida. E fiz alguns posts aqui no blog, (clique aqui) sobre como a personagem Nora para mim foi uma inspiração, quando se trata de auto-confiança, coragem e determinação. Patch, por si só, é um homem incrível. Que me fez pensar muito em como o amor entre duas pessoas pode ser verdadeiro, para enfrentar qualquer situação da vida, a ponto de arriscar a própria vida.

Este desfecho, magico, coloca um ponto final entre a tempestade, entre Anjos caídos, arcanjos, Nefilins, o Mão Negra, na menina mimada Marcie, e até mesmo na vida de Vee, a melhor amiga de Nora. Nora nesta edição se transforma em uma Neflim por consequência de um juramento ao seu pai, Hank. E, além disso, se torna líder do exercito do seu exercito.

Mas uma vez surge mais um personagem, Dante, que no inicio parecia ser um cara legal, prestes a ajudar Nora e se torna uma forte Neflim, mas no fim (onde na maioria dos outros livros também acontece isso) Dante é um cara do mal, que basicamente é o vilão da historia.

Difícil é aceitar que Scott no fim morre, que foi muito legal com Nora, que neste livro passou a ser o “melhor amigo” dela, protegendo-a tanto quanto Patch. Mas também eu diria que o final de um livro de uma serie tão emocionante, tudo desse certo no fim, eu poderia dizer que seria um pouco bom demais para ser verdade, não é mesmo? haha

Então gente, eu não poderia dizer apenas leiam este livro, leiam este livro! Porque basicamente não só isso. Se vocês não gostam de historias sobrenaturais, eu digo que, tente pelo menos só este livro! Porque serio, eu também não gosto muito de livros assim e este me surpreendeu. Além do mais, tem uma mistura de romance, com suspense, e vida real..

Compre e confiram! A linguagem da autora é es-pe-ta-cu-lar, muito muitos destalhes, uma leitura que exige um pouco mais de atenção, mas que não te deixar perder o fio da meada de nenhuma sequer linha! Para conferir as resenhas anteriores, clique aqui para conferir ao primeiro livro da serie, Susurro. Clique aqui para a segunda Crescendo e clique aqui para silêncio, terceira e penúltima.

Onde comprar: Americanas Submarino

Um grande beijo! E até a próxima resenha.

Resenha Silêncio de Becca Fitzpatrick, continuação de Sussurro e Crescendo

Sinopse: A confusão foi esclarecida e não há nada para perturbar a relação entre Patch e Nora. Eles superar os segredos escondidos em passado negro de Patch experimentaram mundos inconciliáveis ​​enfrentaram provas contundentes de traição, lealdade e confiança e tudo isso por um amor que transcende as fronteiras entre o céu ea terra. Armado com sua fé absoluta em si, Patch e Nora está agora a embarcar em uma luta desesperada para parar um bandido que tem o suficiente para destruir tudo o que eles têm lutado por seu amor para sempre, mesmo poder.

Resenha:

Oii! Aqui estou eu na minha ilustre viagem por esta série ma-ra-vi-lho-sa! Para ser sincera, estou muito muito viciada nesta história, mesmo me deixando muito cansada para não parar de ler haha, estou amando muito.

Como vocês já sabem, eu li Sussurro e Crescendo, agora terminei o terceiro livro da série Silêncio. – falta só mais um!!! Há!

O motivo do título, silêncio, é porque Nora Grey foi sequestrada, e abandonada em um cemitério sem se lembrar dos anjos caídos, neflins, arcanjos, etc.. Mas Nora não fica muito feliz com isso (apagaram a sua memória) então, ela segue à trama para descobrir, quem a assaltou? Porque não se lembra de nada? E porque sente algo muito forte quando se aproxima de Patch?

Nora como sempre, persistente, descobre tudo o que realmente aconteceu, reata o seu namoro com Patch, e juntos, destroem o verdadeiro culpado de toda essa confusão.

Agora nesta continuação, novas pessoas estão envolvidas no perigo. Sua mãe, sua melhor amiga, e até sua irmã, que descobre que é realmente sua irmã no decorrer da história. Nora também descobre quem é seu pai biológico, e porque seu pai que lhe criou morreu. Scott, um neflim que se torna amigo de Nora, surge na trama como um cara bom, ajudando Nora a destruir o culpado.

Este é um daqueles livros que não dá pra ler só o primeiro da série. Um livro deixa questões sem respostas, e como eu já disse na outra resenha, à cada livro, a autora me obriga a ler o próximo, haha! Também queria ler outros livros da mesma autora. Vou dar uma pesquisada. Alguém sabe se ela tem mais livros?

Eu não preciso dizer que, a autora escreve de uma forma extraordinária. Ela levantas  questões na história, que deixa o leitor ainda mais intrigado. Pretendo escrever um post para falar um pouco mais desta forma de escrever.

Onde comprar: Americanas Saraiva Submarino Livraria cultura

Um grande beijo, e até a próxima resenha 😉

Escrito por Franciele Miloch

Resenha Crescendo, Becca Fitzpatrick/ continuação de Susurro

Sinopse: 

Nora deveria saber que sua vida estava longe de ser perfeita. Apesar de começar uma relação com seu anjo da guarda, Patch (quem, título à parte, pode ser descrito como qualquer coisa, menos angelical), e sobreviver a um atentado a sua vida, as coisas não parecem melhorar. Patch está começando a se afastar e Nora não consegue descobrir se é para o seu próprio bem ou se o seu interesse voltou-se para sua arqui-inimiga, Marcie Millar. Sem contar que Nora é assombrada por imagens de seu pai e ela fica obcecada querendo descobrir o que realmente aconteceu com ele naquela noite em que ele partiu para Portland e nunca voltou para casa.

Quanto mais Nora se aprofunda no mistério da morte de seu pai, mais ela começa a se perguntar se sua ascendência nefilim tem algo a ver com isso, assim como o por quê de ela estar em perigo com mais freqüência do que as garotas normais. Já que Patch não está respondendo suas perguntas e parece estar atrapalhando, ela tem que começar a procurar as respostas por si só. Confiar demais no fato de que ela tem um anjo da guarda põe Nora em perigo de novo e de novo. Mas ela pode mesmo contar com Patch ou ele está escondendo segredos mais obscuros do que ela pode imaginar?

Resenha:

Sério gente, depois que eu li Susurro, o primeiro livro da série eu fiquei perdidamente louca para ler o segundo. O problema do segundo livro é que Becca deixa questões mal resolvidas no fim, e agora eu vou ser obrigada a ler o terceiro em seguida, haha! Fiquei muito empolgada com com os pontos de interrogação que autora fez no fim, isso estimula demais os leitores lerem os proximos livros.

Basicamente este é a história que costa o romance entre Patch e Nora. Patch um anjo caído e seu anjo da guarda, e Nora um humano normal. O mais incrível de tudo, é no final do primeiro livro, Sussuro, a trama termina com um romance muito fofo, juntos, que eu não poderia imaginar, serio, na vida que no segundo tudo iria virar de ponta cabeça. Serio, o casal sofre uma breve separação, e você sente uma raiva tremenda do desgraç*** do Patch, que parece ter traido Nora, e que não a responde quando ela diz que o ama.

Mas no fim você fica perdidamente perdido quando percebe que tudo que você pensava que estava acontecendo era completamente diferente, haha. Becca você é incrível. Sabe, a historia não ficou aquela coisa chata de anjos e coisas do mal, como se você tivesse lendo uma simples ficção. Felizmente a autora consegue trazer a grande parte da vida real na historia, e serio, você se sente completamente envolvida na vida de Nora.

Tudo bem que, eu sinto pena de Nora, haha. Agora eu imagino, o que mais eu posso esperar? Ela passa por muito drama e situações em perigo, que faz o teu coração parecer pular pela boca as vezes. Já fazia muito tempo que eu precisava ler uma historia assim. Emoções surpreendentemente diferentes. E fico muito feliz que a Becca tenha correspondido minhas expectativas.

Então e isso, eu não vou dizer mais porque eu já comecei o terceiro livro da serie, e pretendo dizer mais quando eu acabar os quatro. Porque serio, o terceiro já está me dando arrepios..

Tchaaaaau!!! (L)

Resenha: Cidade de papel, John Green

wpid-51c31255cdc787a11f057379ccf0ebcd.jpgSinopse: Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma.

Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte.

Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.

Resenha: 

Heeeeeeeeey querido leitor! Estou tão feliz, mas tão feliz por estar aqui hoje falando do John Green novamente, vocês sabem que depois que eu li Quem é você, Alasca? fiquei muito ansiosa para ler outros livros deste. Bem, eu confesso que eu li muitas criticas sobre o autor, e ultimamente ando repensando um pouco sobre elas. Bem, primeiro: o pessoal está falando quem em seus livros ele conta toda a mesma historia. Na minha opinião, eu não posso dizer que é sempre a “mesma historia”, sabe? Porque elas são bem diferentes. Mas na realidade, o querido critico estava tentando dizer, que muitas situação são parecidas. Tudo bem que meio estranhas, mas sério! pra mim super beleza. Porque as situação mesmo que sejam parecidas, os personagens podem ser parecidas, mas cada uma de uma personalidade diferente, e enfim! so lendo pra saber do que estou falando haha.

Aaaaaaaaaaaaaaaaah! mas vamos deixar as criticas para outro dia, porque se falarmos sobre John agora, o post vai ficar enorme, vamos falar disso depois ok?

Bom, o livro especificamente conta a história de Quentin que em uma certa noite ele e sua “amiga” passam uma noite juntos vivenciando muitas vinganças. Divertido, mas na manha seguinte esta “amiga” Margo, some! E tudo vira de cabeça para baixo, porque Quentin quer encontra-la a qualquer custo.

Um livro muito, muito dinâmico mesmo, serio, você não consegue parar de ler até encontrar a maldita Margo! Você quer saber enfim, onde está a filha da p**ta. E dái você fica se perguntando: porque ela fugiu? Onde ela está? Ela só quer atenção? aaaaah! você fica doido junto com Quentin. Mas enfim, no fim todas as respostas são respondidas.

Além do mais, eu aconselho este livro para quem quer dar uma desligada da vida real, haha. Sério, eu não parava de pensar neste livro enquanto não lia.

Quem já leu tem alguma opinião diferente? Eu amei! Ah, e não esqueçam, o filme está em cartaz! uhu

Um beijo!